Hey ser vamp não é ser má...ker dizer depende... eu nao sou boa, nao sou má, i'm just a gal ...lol
Em primeiro lugar, o que é ser vampira?? DEPENDE
Ser uma psy vamp basicamente é isso: não gostar do sol, passar mal se ficar muito tempo exposta a ele e ao calor, ter anemia e baixa resistência é comum, sentir a energia das pessoas, empatia, às vezes captar fragmentos de pensamentos e memórias das pessoas próximas.
Basicamente isso é um vampirismo psíquico! Consiste em um individuo necessitar de absorver a energia de outros para se sentir bem... É complexo... Tem os q preferem ingerir sangue, mas nesse mundo de hoje não da pra confiar né, vai q você pega uma doença!
É tudo uma questão de manipulação e absorção de energia! Nunca devemos retirar energia com propósitos nocivos... É recomendável a absorção de energia em grandes encontros de pessoas, locais com grande movimentação, pois ali você pega o que esta sobrando não prejudicando a ninguém.
Depende muito de vampiro pra vampiro
Mas... Tem suas exceções, aguardem mais informações sobre ser vampiro/a no século 21 ;D
E sim, eu sou uma vampira, não psy...CONVENCIONAL com presas e tudo...
',..,'
Idade? Fui criada na Renascença, em 1857, faça as contas... Meu nome é Elora Rubianesco... Brega demais eu sei. Adotei o sobrenome do meu maker. Idade de quando fui transformada aos 23. Depois de me casar jovem e ter dificuldade para engravidar estava a vagar pela Europa, meu marido um velho e rico comerciante de jóias nem ligava mais para mim. Estava em uma noite fria de inverno passando por um vilarejo ao leste da Áustria quando minha carruagem quebrou a roda. Felizmente havia um palacete meio abandonado perto. Meu cocheiro foi lá em busca de ajuda ou asilo para aquela fria noite de inverno. Surpreendentemente havia um morador, um senhor q aparentava cerca de 30 anos, alto, loiro, olhos azuis penetrantes. Seu nome era Eric Northman. E gentilmente nos permitiu entrar, poeira predominava o local. Ele desculpou-se dizendo que ia raramente aquela casa. Ele conduziu a mim e minha dama de companhia a um luxuoso quarto e esquivou-se dizendo para nos sentirmos a vontade. Espantosamente no outro dia dois dos quatro cavalos estavam mortos, sem marcas nem nada. E não tem vila alguma perto do palacete que ficava próximo ao cume da montanha. A casa estava vazia também. Sem criados nem o dono. Mas havia alimentos na cozinha a serem preparados. Para passar o tempo havia uma ampla biblioteca. Era meio da tarde quando escureceu, e nosso bom samaritano apareceu do nada. Estava lendo na biblioteca e assustei-me. Ele desculpou-se dizendo que tinha negócios a tratar, por isso sua ausência diurna. E começamos a conversar e ele queria muito saber sobre minha vida e eu contei sobre o fracasso do meu casamento, sobre minha esterilidade, sobre como eu sentia-me deslocada vivendo em sociedade por isso viajava o quanto podia. Ele pouco revelou sobre si mesmo. Quando reparei já era quase meia noite e me retirei para dormir. No outro dia outra ausência do Sr. Eric. E para meu desespero também de um dos cocheiros. E minha dama de companhia Amélia estava fortemente gripada porque a mesma acordou com a janela de seu aposento aberta. Eu mesma tive que me virar sozinha no casarão para cuidar de minha comitiva. O meu cocheiro decidiu partir a cavalo em busca de ajuda próxima. E dois dias se passaram comigo e Amélia sozinhas no casarão. Amélia era de idade já e me preocupei muito. No terceiro dia de solidão resolvi eu mesma montar e sair em busca de ajuda. O frio cortante e a nevoa fizeram eu me perder. Estava escurecendo e não achava o caminho de volta. Quando Eric apareceu pensei ser uma miragem. Ele me conduziu de volta a sua casa quando estava quase congelando. Pra minha tristeza Amélia estava gelada morta em sua cama. Chorei muito de solidão e desespero. Estava sozinha em uma terra estranha com um homem estranho. Ele pacientemente sentou a meu lado e me confortou dizendo que tudo na vida tem um propósito e que aquilo era o destino pondo em ação o plano de eu e ele ficarmos juntos... Daquela noite não lembro muito a não ser de seus olhos nos meus e nas deliciosas horas que passamos. Hey, eu estava sozinha, meu marido não me queria, estava revoltada com a sociedade e com a vida. Ele me lembrou que estava viva e que era bela. No outro dia acordei quase ao entardecer e o corpo de Amélia havia sumido. Estava sozinha novamente sentindo uma leve dor na nuca e passando a mão senti dois furos e vi gotas de sangue no travesseiro. A noite caiu e Eric retornou, comecei a pensar q estava tudo relacionado. Naquela noite disse que eu precisava partir. Ele disse que não. Que as amarras da vida humana minha estavam sendo cortadas, senti medo. E do nada ele mostrou sua boca aberta com dois grandes caninos e pulou em meu pescoço. Bom, esse foi o fim daquela vida e o começo desta... Ressentimentos? Nenhum! Aguardem continuação da historia nos próximos posts.
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