
quarta-feira, 22 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de setembro de 2010
Rumo a 4ª temp!!!!!!

Pois é migas, acabou-se oq era doce.........9 longos meses.............

Esperamos mto do livro 4 na quarta temporada, ou seja :

Uma imagem vale mais que mil palavras né?!
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
Lado Místico - BRUXA?
Isso aí, mais um post terapia como me refiro aos posts de minha autoria na qual divago sobre algo. Bom, hoje caros Fangbangers vou contar um pouco sobre mim. Desde criança coleciono pedrinhas, bruxinhas, duendes e coisinhas relacionadas ao misticismo. Meus familiares me influenciaram também, seja no olhar a lua para prever o tempo, olhar o céu, as paisagens, toda familia tem seus ditos populares não? Sempre fui cristã, mas sempre soube que há grandes energias em movimento no universo também. Tais energias são boas, são más, são indiferentes. Há espíritos, há entidades, há elementais. Sofremos no presente pelo que fizemos em vidas passadas. Sim, temos habilidades extra sensoriais! Todos têm. Mas uns aceitam e a trabalham, outros a ignora e ela se esvai. Sempre estudei diversas religiões, me encontrei na Wicca. Uma religião pagã sim, mas que prega 100 % de bondade e amor ao próximo. Espiritismo e Budismo também, mas na Wicca entramos em contato com o planeta, a energia da natureza, coisa que sempre me fascinou. Mulheres eram tachadas como bruxas na antiguidade por saberem mais que homens, tipo parteiras e conhecedoras de ervas e etc. Eram logo associadas ao diabo, o errado, porque simplesmente naquela época era proibido uma mulher ter pensamento próprio que não fosse família. Enfim, posso falar muito aqui meu desgosto anti a sociedade machista e católica mas não é esse o propósito do post...
Bruxa? Quem? Eu? Ok, mas sou boazinha! rs
Tiro tarô, sou muito ligada na lua, nas estações, na natureza. Sinto a energia das pessoas, capto fragmentos de pensamentos e memórias...
Sou muito fiel a Deus, mas me agrada essa visão de um lado feminino Dele.
O que digo aqui não é novidade para minhas amigas, mas senti que devia me expressar.
Trabalhe suas energias, abra sua mente, não somos poeira minha gente, somos magia. Em cada centímetro tangível e intangível de nosso ser.
Sou muito supersticiosa. Demais alias.
Ainda somos muito ignorantes, há coisas grandes que desconhecemos. Sabe aqueles dizeres : "há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia"? Acredito também. Para tudo há uma explicação. Nada é por acaso.
Tenho sonhos doidos que se concretizam, tenho muitos dejavus. Odeio saber meu futuro por isso o ignoro ou o mudo constantemente.
Adoro ajudar os outros com meus dons de previsão. Sinto-me bem.
Bom sinto-me feliz em partilhar com vocês esses fatos.
Bjs
Bruxa? Quem? Eu? Ok, mas sou boazinha! rs
Tiro tarô, sou muito ligada na lua, nas estações, na natureza. Sinto a energia das pessoas, capto fragmentos de pensamentos e memórias...
Sou muito fiel a Deus, mas me agrada essa visão de um lado feminino Dele.
O que digo aqui não é novidade para minhas amigas, mas senti que devia me expressar.
Trabalhe suas energias, abra sua mente, não somos poeira minha gente, somos magia. Em cada centímetro tangível e intangível de nosso ser.
Sou muito supersticiosa. Demais alias.
Ainda somos muito ignorantes, há coisas grandes que desconhecemos. Sabe aqueles dizeres : "há mais coisas entre o céu e a terra do que supõe nossa vã filosofia"? Acredito também. Para tudo há uma explicação. Nada é por acaso.
Tenho sonhos doidos que se concretizam, tenho muitos dejavus. Odeio saber meu futuro por isso o ignoro ou o mudo constantemente.
Adoro ajudar os outros com meus dons de previsão. Sinto-me bem.
Bom sinto-me feliz em partilhar com vocês esses fatos.
Bjs
sábado, 21 de agosto de 2010
Amizades: Reais ou Virtuais???
O que é um amigo? Alguém que vc divide pequenos/grandes momentos e experiências da sua vida, alguém que vc ajuda ou é ajudado por, uma alma irmã, uma segunda família, o que mais dizer? Amigos vem e vão em nossa vida. Os que ficam são os verdadeiros, os que forão os passageiros. Tenho certeza que em outras encarnações nos encontramos e nos ajudamos, nessa escola chamada Terra onde viemos para aprender. O que mais dói é depositar confiança e apego em uma amizade errônea não verdadeira. E amigos não são só os de carne e osso! Sao os virtuais! Que maravilha a internet é, ligando pessoas de locais tão distantes! Seja amizades do trabalho, escola, msn, orkut, etc etc AMO VCS! Esse post é pra vcs! BJS
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Vampiros de Verdade - 1
Vampiros novos não podem ser classificados como vampiros de verdade. Estão mais para seres conscientemente assassinos. Famintos e com consciência. Não é uma boa coisa quando juntos.
- Pequena coisa fedorenta. Tenho algo para você – cantarolo, enquanto me preparo para pregar uma peça.
Aquela criatura pequena aparece rápida e sem qualquer meio de fuga. Bom...
- Eu não sei o teu nome ainda, pequena coisa. Você não me disse. – E uso meu melhor tom de ‘oh, pobrezinha’.
- Nikkayla, Nikkayla Monte Nego.
- Bom, muito bom. Você me parece faminta.
Oh, pobre criaturinha, quando entrou na sala, nem sabia o que a esperava. Céus, isso vai ser melhor do que esperava.
- Oh, pobre Nikkayla, que tal um lanchinho?. – Sussurrei ao bom modo ‘te peguei’.
- Sim, claro – ela me responde com ânsia.
Não sei se devo contar o que aconteceu após. Mas devo mencionar, que minhas lindas cortinas vitorianas, quadros, poltronas e sofás – estilo gótico, por sinal – não continuaram no mesmo lugar.
Crianças são realmente bobas. E ainda mais quando se trata de comida. Resultado: uma corrente de prata a segurava no momento. Em volta do pescoço, braços e pernas. E em cada pé. Sim, tomei as devidas precauções. E até que o nosso pequeno pega-pega foi entusiástico. Claro que não durou nem 2 minutos.
- Oh, e claro , não posso me esquecer disso – desenrolei e cortei um pedaço de fida adesiva. Dirigi-me para onde ela estava deitada. Agachei, sussurrei ao pé do seu ouvido e colei a fita. – Você não achou que continuaria com essa linda boquinha livre, não é, pequena coisa?
Sabe quando você esta vivendo com alguém que aparenta ser normal, mas na verdade se mostra uma psicopata? Eu estou sentindo isso! Lee Ann está cada vez menos tolerante, seria a idade?
Bom, acordei e depois de um banho e novas vestes me deparei com nossa convidada Nikkayla acorrentada a prata e jogada no banco traseiro de nosso carro. Parece que estávamos indo novamente ao Fangtasia... Ótimo, mais broncas era exatamente o que eu precisava para minha autoestima vampiresca...
E Pam como sempre se mostrou descontente ao nos ver!
Estava eu, naquele momento em que vampiros se assemelham a manequins, parada, com o olhar fixo, apenas observando o movimento do Fangtasia. Tedioso.
Tinha tudo para ser outra noite daquelas. Eric devia me dar um aumento para aguentar esses humanos. Algumas humanas, por outro lado, podem ser bem divertidas, às vezes. No entanto, minha noite mudou drasticamente em poucos segundos. Lee Ann apareceu nos fundos do bar com sua protegida, Elora. Na verdade, eu deveria dizer capacho. Lee Ann suporta Elora, apenas isso. Mas ora, ora. Elas não estavam sozinhas.
-Olá! - eu disse, com um claro tom de 'o que vocês estão fazendo aqui?' na voz
- Cadê o senhor todo poderoso? – Perguntei como se ela não existisse. Bom, para mim, ela não passava de um ornamento.
- Eric está ocupado. O que quer com ele? - Perguntei. Lee Ann gosta de provocar. Eu também.
Dei uma boa olhada no banco traseiro. Oh Oh. Aquilo não era bom.
- Pam, sister, não é da sua conta! - Se Pam ia dificultar as coisas eu também iria!
-Tem algo a ver com esse pacote que estão trazendo no banco de trás? E não me chame de sister. Sabe que eu não gosto.
- Tenho um presentinho para o nosso querido Xerife – me esforcei para o meu tom aparecer o mais ácido possível.
E pelo olhar que ela me deu, fui bem sucedida. Delicioso.
- Ok, mas você pode, pelo menos, abrir a porta para nós?
Olhei para as duas por um instante, decidindo o que iria fazer. Elas estavam com problemas, isso era claro. E eu é que não ia acobertar.
- Entrem.
Fangtasia, bom, esse não preciso realmente descrever. Bebida, vampiros, sexo, sangue. O de sempre.
Fangtasia... Ah, era como uma segunda casa! A energia, a vibe... “Vou me candidatar a um emprego aqui” pensei...
Pares de olhos vampirescos se voltaram para nós. Oh, sim garotos, problemas.
Problemas. Se essas duas vinham aqui, no meio da madrugada, quando podiam estar lá fora caçando, coisa boa não podia ser. E o adicional no banco de trás deixa as coisas ainda piores.
-Tentem não chamar muita atenção dos humanos. E, Elora, mantenha suas presas bem guardadas. Vou ver se Eric pode atender vocês.
As deixei no salão e tome o pequeno corredor lateral onde Eric mantinha sua sala.
OMG, quanta gente estranha no bar essa noite! E até tinha uns gatinhos... Mas nunca mais quero sair com vampiros... Criaturas orgulhosas e prepotentes!
-Ok sister.
Elora, Elora, finalmente descobri a sua função na minha vida. Perturbar infinitamente minha deliciosa Pam.
Reviro os olhos quando ela me chama assim. Será que ela não pode ser só um pouquinho menos irritante? Agora entendo por que Lee Ann tem vontade de matá-la. De verdade.
Estava pronta a entrar na area do bar quando Lee-ann agarra meu braço e diz....
- Pam, ela é toda sua. Elora, faça o seu melhor para me orgulhar. – Disse o mais sarcasticamente possível, e soltei o braço dela.
Endireito a postura e digo: - Sim madame!
- Minha? – Olho para Lee Ann intrigada – Como assim, minha? Está tentando fugir de suas obrigações, Lee Ann?
- Claro que não, meu bem, apenas deixando ela passar um bom momento com a sua querida irmã. – Meu sorriso poderia ser visto a quilômetros.
Olho para as duas, Lee Ann sorrindo pouco discretamente, Pam com as presas de fora me fuzilando com o olhar!
Ótimo! E agora isso. Evito transformar pessoas porque não tenho a mínima qualificação para guardiã, protetora ou qualquer coisa que o valha. E agora um bebê cai no meu colo. SEM QUE EU PEDISSE.
- Ah, e Pam, se ela soltar a pequena coisa que está no meu carro. Faço questão de deixá-la para você, certo?
-Vocês duas podem parar ja! Eu sou adulta! Viro-me sozinha a partir de agora ok, TCHAU! – Esbarro num garçom e derrubo varias garrafas de True Blood no chão.
Olho para Lee- nn e sei que ela pode ver que não gostei nem um pouco de tudo aquilo. Agora tem uma vampira chorando no banheiro. Só espero dar um jeito nas coisas antes que Eric descubra.
- Pam, quanto você acha que eu pagaria de multa se estacasse ela? - Perguntei esperançosamente.
- Mais do que pode pagar agora, tenha certeza. Mas se precisar, faça um empréstimo. Eu aceito ser sua avalista.
E pela primeira vez na ‘vida’, vi em Pam alguém com quem poderia contar. Com certeza ela amaria estacá-la também. Sorri agradecida a ela.
- Agora me conte. O que aconteceu dessa vez e quem é aquela no banco de trás do carro?
Saio do banheiro e encontro Pam e Lee Ann rindo juntas?
- O que vocês estão falando ai? – Olho desconfiada.
-Oh, você voltou.
- Quieta Elora.
Olho de uma para outra. Já posso perceber o que houve.
- A novata transformou alguém?
-Eu não fiz nada dessa vez, EU JURO!
- Como sua tutora, revogo seu direito de abrir a boca. – Disse diretamente para Elora. – E isto Pam, é apenas entre o Eric e eu. Você ainda, não faz parte da cúpula.
- E se me der licença. Vou dar ao Eric todas as explicações, que claro, você não tem que saber, Pam. Elora, sem abrir a boca. Literalmente. Me entendeu?
Concordo com a cabeça... Melhor acalmar os ânimos não é...
- Pam, mais uma coisa. Se ela me desobedecer, você fica a cargo do castigo.
- Amigas eu não fiz nada porque tanta violência?
Oh, fico tão feliz por ter comprado uma correntinha de prata anos antes. Entrego-a envolta em um lenço de seda, disfarçadamente a Pam. É sempre bom andar com prata, quando se está com Elora.
- Bom proveito.
Sorrio para ela com aquela coisa horrenda de prata brilhando na minha frente.
- Vou chamá-lo. E vocês, quietas aqui.
Faço um sinal com a cabeça antes de sair. Lee Ann é astuta, vingativa e provocadora. Não que isso me impeça de ter vontade de estacá-la, às vezes. E ela sabe como mandar, o que é um bom plus. Mas Elora ainda é irritantemente humana. Ela precisa mudar logo ou eu mesma irei drená-la.
- Olha o papo está bom mas já vou indo.... - Tento me esquivar.
Posiciono-me em frente à Elora e estico a pequena corrente que peguei das mãos de Lee Ann na linha do pescoço dela. (Antes que pensem que me tornei imune a prata. Eu estava de luvas. Parte de uma das ‘fantasias’ que uso aqui.)
-Qual parte do "vocês ficam aqui" que você não entendeu?
Minhas presas salientes mostram meu descontentamento. Espero que seja o bastante, embora ache que ela precisa mesmo de uma coleira.
De repente, Pam me enfia uma corrente de prata no pescoço, e quase caio no chão esgotada de minhas forças.
- Acho que vou sentar um pouco ok... E desabo no chão mesmo.
- A baby vamp não será mais um problema. Pelo menos por enquanto. – Olho para Lee Ann, que esboça um sorriso.
- Bom, vou chamar o Eric. Mas ele está muito, muito nervoso. Tenho certeza que ele não vai gostar nada disso.
Ok, eu sei, isso foi bastante rude de minha parte envolver Pam nisso. Mas mexer com a mente da dela e fazê-la executar algo que eu planejei... OH, mil anos foram todos compensados, apenas com isso
E prata, para quem não sabe, dói e nos enfraquece. Comecei a me sentir terrivelmente grogue, no chão.
Eu as deixei e fui ao escritório de Eric. Era verdade que ele estava nervoso, embora não tenha contado o motivo. Bati na porta e entrei em seguida.
- Temos visitas – anunciei. – Lee-Ann e Elora estão aqui para vê-lo. E elas estão em apuros.
Frisei a última frase para ter certeza de que elas teriam sérios problemas. Mas pela expressão no rosto de Eric não tenho certeza se surtiu efeito.
- Elas não estão em apuros, elas são. Mande-as entrar Pam. Vou acabar com isso o mais rápido possível. E Pam, sem retaliações.
Com um aceno de cabeça retorno para onde as deixei.
- Eric vai vê-las agora.
Tenho um sorriso no rosto. Elas vão se dar muito mal. Não é que eu seja má, sou apenas uma vampira, e é da nossa natureza querer que os outros se deem mal. Eu não vou perder isso por nada. Uso a desculpa de carregar a pobre Elora para me infiltrar na sala.
Quando entro em seu escritório, ele me dirige seu melhor olhar rude.
- Xerife - o cumprimento com um aceno curto.
Abro os olhos e um loiro de 1,94 na minha frente e digo:
- Hey eu te conheço! – E sim, ainda estava com a corrente de prata e me sentindo grogue.
- Lee-Ann. Elora. Pam disse que queriam me ver. Qual é o assunto?
- Elora encontrou um baby vamp de 6 semanas, e é todo seu, Xerife - sorrio discretamente.
Olho para a corrente de prata no pescoço de Elora. Uma tentativa para calá-la, aposto. Eu gosto de Elora. Não porque tenha sentimentos por ela. Ela irrita Lee Ann e Pam e ver as duas brigando é deliciosamente engraçado
-Se alguém me libertar acho que posso falar!
- Pam, querida, faça as honras - Digo e aponto Elora com a cabeça.
- Obrigada sister! – Digo silenciosamente – Isso não vai ficar assim.
A contra gosto, vou até Elora e puxo a corrente de seu pescoço com um pouco mais de força que o necessário. Isso vai ficar marcado. Ótimo.
-Cuidado Pam, assim me arranca a cabeça!
- Oh, Pam, muito obrigada, você é uma excelente amiga - Sorriso radiante de novo. Eric está totalmente irritado agora... Pam é minha melhor amiga para a morte toda, agora.
Tenho praticamente um harem de vampiras na minha sala neste exato minuto. Nesse aspecto, elas são muito parecidas com humanas. Deixe-as sozinhas por muito tempo e acabará com poças de sangue no tapete. E eu não quero meu tapete manchado.
- Retornando ao assunto, Xerife, Elora encontrou um baby vamp. Sem identificação e nem criadora. Faminta e imprevisível. – Faço meu melhor para não parecer feliz, com o fato que o Eric terá que ficar com ela.
- Normalmente, eu diria que quem a encontrou teria que cuidar dela, mas como Elora não cuida nem dela mesma a opção está fora de questão.
- Eu não a encontrei - sorriso radiante mais uma vez. Oh finalmente, 60 anos com Elora, e finalmente ela me serviu para algo.
Medito um pouco.Terei que ficar com esse baby vamp. Só espero que ela seja bonita. Mas... Pode ser que ache outra opção até o fim da noite.
O meu querido meio irmão se suspende. Sim, vira aquela linda estátua loura.
- Certo. Onde está a vampira, então?
- No banco traseiro do meu carro. Amarrada com uma corrente de prata. Provavelmente sangrando no meu estofado. – Digo com casualidade.
- Levem-me até ela. Pam, você fica e cuida do bar. Não quero curiosos em volta.
- Tudo bem – Diz Pam com um tom intransigente. Ótimo, acabou com minha diversão. E Lee Ann sorrindo zombeteiramente para mim. Simplesmente ótimo.
Nem preciso dizer que todos nos olham quando saímos do escritório de Eric. Aparentemente minha reputação me precede.
- Ninguém quer ter Lee Ann no seu território. – Diz um vampiro relativamente novo para sua companhia humana.
- Oh, e por que não? – A humana loira pergunta.
- Vampira sanguinária e mercenária. Extremamente territorialista. – a humana me olha. – Não olhe para ela – diz aflito o vampiro.
A humana loira se assusta a desvia o olhar. Oh, eu adoro quando eles fazem isso.
A fama precede o vampiro. Especialmente um vampiro como Lee Ann. É como ser famoso, você tem que se acostumar com isso. Caminho com Lee Ann e Elora até os fundos do Fangtasia. De dentro do carro ouço gemidos ininteligíveis. Lee Ann parou ao lado de Elora, que esfregava o pescoço sem parar.Adiantei-me a elas e olhei dentro do carro pela janela do motorista.
- Eric, esta é Nikkayla. E é tua. – A arranco do meu carro pela janela e a jogo no chão. – Elora, comigo, nós vamos embora.
- Parem. Como assim vão embora? E é Xerife Northman para você.
- Oh, e que tal querido meio irmão. Porque você deve ter se esquecido, mas eu não. Não aja como se o mundo fosse teu. Pelo que sei, você só tem uma telepata e uma vampira, dele. – Dou o meu melhor zombeteiro tom. – Elora, no carro AGORA.
- Não esqueci, não. Lembro-me disso a cada segundo de minha morte. Infelizmente.
– E Elora não vai a lugar nenhum
- Ótimo, Elora, você fica, e eu vou.
Lee Ann também sabia como ser incrivelmente irritante quando queria. Mas eu ainda era mais velho que ela. Pouco tempo, mas idade é idade, não importa se dois dias ou duzentos anos.
- Bom, tchauzinho Elora. Até, bom, se eu tiver sorte, nunca - e desapareci no ar.
Ótimo. Lee Ann desaparece. Ela deve ser meio bruxa, só pode. Agora, tenho mais dois problemas para resolver.
-Certo, Elora. Me conte exatamente o que aconteceu. E tire essa prata toda da pobre criatura – olho para o amontoado de vampira esparramado no chão com certo nojo. Prata me da nojo, não posso evitar.
- Ontem saindo daqui mestre, senti cheiro de sangue. Corri para o local e me deparei com Nikkayla quase drenando um cara. Ela estava desesperada, sem controle, sua maker desapareceu, levei-a comigo pois ela aparentemente não tinha abrigo para o dia. Ah, e o rapaz deixamos ele no hospital e desaparecemos!
- Oh pobre Nikkayla, calma calma, se eu soubesse q Lee Ann faria isso não teria a ajudado. – Pronto Nikkayla está livre.
-Precisamos cuidar dela antes que eu faça algumas perguntas. Vá chamar a Pam, Elora.
- Mestre como disse antes a encontrei em apuros e levei-a comigo para asilo durante o dia. Só.
Eric me dá um olhar brusco e saio em busca de Pam.
Droga. Lá vem Elora novamente. Esse ar de contente dela me irrita.
- Pam nosso mestre exige sua presença já!
- O que foi? Você e Lee Ann não podiam mesmo ficar nisso sozinhas, não é?
-Lee Ann desapareceu, de novo... Eric quer você lá agora! Vamos?
Acompanho Elora até o carro. Eric está abaixado ao lado da baby vamp, tentando fazê-la falar. Lee Ann deu o fora. Típico.
- Mandou me chamar, Eric?
-Sim. Leve ela para o escritório e cuide dela. Elora disse que ela estava caçando, então não vai precisar se alimentar logo. Elora ficará com você por enquanto.
- Eu acho q posso ficar sozinha, Mestre! Não se preocupe comigo! Vou pra casa esperar Lee Ann voltar ok?
- Como se isso fosse possível.
- Não estou preocupado com você, estou preocupado com os outros. – digo, ignorando o comentário ácido de Pam.
- Lee Ann tem sido uma grande mentora minha. Ontem evitei problemas impedindo essa criatura de matar um homem. Acho que já posso cuidar de mim, sim?
- Você está querendo fugir à sua responsabilidade? Porque eu é que não vou cuidar dessa criatura sozinha!
Ah, não, de jeito nenhum. Ela arruma o problema e o despeja na nossa porta? Sessenta anos ao lado da Lee Ann não fizeram muito bem a ela.
- Fugir eu? Nunca! Você sabe que não fiz nada de errado, mestre! Apenas ajudei-a, interferi onde não devia por acaso?
Sim, eu tenho medo do Eric, mas chega de me tratar como baby vamp!
- Ainda vai ter muito tempo para aprender... Ou talvez não. Mas enfim, não se procura por problemas como você fez. Ela não era cria sua, por que não a deixou se virar sozinha?
-Porque sabia que ela poderia trazer problemas a você, mestre matando alguém na sua área!
-Bem, vamos dar crédito a ela, Pam. Vá embora, Elora. Tenho certeza que Lee Ann sente saudades. Mas amanhã à noite você volta. Vou decidir até lá o que fazer com essa pobre criatura... Qual é mesmo o nome dela?
-Nikkayla mestre, por favor escute-a. A maker dela sumiu! Qualquer coisa me ligue.
Reverencio Eric, e dou uma rápido beijo na bochecha de Pam.
Elora ainda tem muito dos costumes humanos. Espero que passe rápido, para o próprio bem dela. Se Eric não estivesse aqui eu a teria drenado agora mesmo. Agora terei que cuidar dessa Nikkalya, Nikkayla, ou seja lá como se chama.
- Pequena coisa fedorenta. Tenho algo para você – cantarolo, enquanto me preparo para pregar uma peça.
Aquela criatura pequena aparece rápida e sem qualquer meio de fuga. Bom...
- Eu não sei o teu nome ainda, pequena coisa. Você não me disse. – E uso meu melhor tom de ‘oh, pobrezinha’.
- Nikkayla, Nikkayla Monte Nego.
- Bom, muito bom. Você me parece faminta.
Oh, pobre criaturinha, quando entrou na sala, nem sabia o que a esperava. Céus, isso vai ser melhor do que esperava.
- Oh, pobre Nikkayla, que tal um lanchinho?. – Sussurrei ao bom modo ‘te peguei’.
- Sim, claro – ela me responde com ânsia.
Não sei se devo contar o que aconteceu após. Mas devo mencionar, que minhas lindas cortinas vitorianas, quadros, poltronas e sofás – estilo gótico, por sinal – não continuaram no mesmo lugar.
Crianças são realmente bobas. E ainda mais quando se trata de comida. Resultado: uma corrente de prata a segurava no momento. Em volta do pescoço, braços e pernas. E em cada pé. Sim, tomei as devidas precauções. E até que o nosso pequeno pega-pega foi entusiástico. Claro que não durou nem 2 minutos.
- Oh, e claro , não posso me esquecer disso – desenrolei e cortei um pedaço de fida adesiva. Dirigi-me para onde ela estava deitada. Agachei, sussurrei ao pé do seu ouvido e colei a fita. – Você não achou que continuaria com essa linda boquinha livre, não é, pequena coisa?
Sabe quando você esta vivendo com alguém que aparenta ser normal, mas na verdade se mostra uma psicopata? Eu estou sentindo isso! Lee Ann está cada vez menos tolerante, seria a idade?
Bom, acordei e depois de um banho e novas vestes me deparei com nossa convidada Nikkayla acorrentada a prata e jogada no banco traseiro de nosso carro. Parece que estávamos indo novamente ao Fangtasia... Ótimo, mais broncas era exatamente o que eu precisava para minha autoestima vampiresca...
E Pam como sempre se mostrou descontente ao nos ver!
Estava eu, naquele momento em que vampiros se assemelham a manequins, parada, com o olhar fixo, apenas observando o movimento do Fangtasia. Tedioso.
Tinha tudo para ser outra noite daquelas. Eric devia me dar um aumento para aguentar esses humanos. Algumas humanas, por outro lado, podem ser bem divertidas, às vezes. No entanto, minha noite mudou drasticamente em poucos segundos. Lee Ann apareceu nos fundos do bar com sua protegida, Elora. Na verdade, eu deveria dizer capacho. Lee Ann suporta Elora, apenas isso. Mas ora, ora. Elas não estavam sozinhas.
-Olá! - eu disse, com um claro tom de 'o que vocês estão fazendo aqui?' na voz
- Cadê o senhor todo poderoso? – Perguntei como se ela não existisse. Bom, para mim, ela não passava de um ornamento.
- Eric está ocupado. O que quer com ele? - Perguntei. Lee Ann gosta de provocar. Eu também.
Dei uma boa olhada no banco traseiro. Oh Oh. Aquilo não era bom.
- Pam, sister, não é da sua conta! - Se Pam ia dificultar as coisas eu também iria!
-Tem algo a ver com esse pacote que estão trazendo no banco de trás? E não me chame de sister. Sabe que eu não gosto.
- Tenho um presentinho para o nosso querido Xerife – me esforcei para o meu tom aparecer o mais ácido possível.
E pelo olhar que ela me deu, fui bem sucedida. Delicioso.
- Ok, mas você pode, pelo menos, abrir a porta para nós?
Olhei para as duas por um instante, decidindo o que iria fazer. Elas estavam com problemas, isso era claro. E eu é que não ia acobertar.
- Entrem.
Fangtasia, bom, esse não preciso realmente descrever. Bebida, vampiros, sexo, sangue. O de sempre.
Fangtasia... Ah, era como uma segunda casa! A energia, a vibe... “Vou me candidatar a um emprego aqui” pensei...
Pares de olhos vampirescos se voltaram para nós. Oh, sim garotos, problemas.
Problemas. Se essas duas vinham aqui, no meio da madrugada, quando podiam estar lá fora caçando, coisa boa não podia ser. E o adicional no banco de trás deixa as coisas ainda piores.
-Tentem não chamar muita atenção dos humanos. E, Elora, mantenha suas presas bem guardadas. Vou ver se Eric pode atender vocês.
As deixei no salão e tome o pequeno corredor lateral onde Eric mantinha sua sala.
OMG, quanta gente estranha no bar essa noite! E até tinha uns gatinhos... Mas nunca mais quero sair com vampiros... Criaturas orgulhosas e prepotentes!
-Ok sister.
Elora, Elora, finalmente descobri a sua função na minha vida. Perturbar infinitamente minha deliciosa Pam.
Reviro os olhos quando ela me chama assim. Será que ela não pode ser só um pouquinho menos irritante? Agora entendo por que Lee Ann tem vontade de matá-la. De verdade.
Estava pronta a entrar na area do bar quando Lee-ann agarra meu braço e diz....
- Pam, ela é toda sua. Elora, faça o seu melhor para me orgulhar. – Disse o mais sarcasticamente possível, e soltei o braço dela.
Endireito a postura e digo: - Sim madame!
- Minha? – Olho para Lee Ann intrigada – Como assim, minha? Está tentando fugir de suas obrigações, Lee Ann?
- Claro que não, meu bem, apenas deixando ela passar um bom momento com a sua querida irmã. – Meu sorriso poderia ser visto a quilômetros.
Olho para as duas, Lee Ann sorrindo pouco discretamente, Pam com as presas de fora me fuzilando com o olhar!
Ótimo! E agora isso. Evito transformar pessoas porque não tenho a mínima qualificação para guardiã, protetora ou qualquer coisa que o valha. E agora um bebê cai no meu colo. SEM QUE EU PEDISSE.
- Ah, e Pam, se ela soltar a pequena coisa que está no meu carro. Faço questão de deixá-la para você, certo?
-Vocês duas podem parar ja! Eu sou adulta! Viro-me sozinha a partir de agora ok, TCHAU! – Esbarro num garçom e derrubo varias garrafas de True Blood no chão.
Olho para Lee- nn e sei que ela pode ver que não gostei nem um pouco de tudo aquilo. Agora tem uma vampira chorando no banheiro. Só espero dar um jeito nas coisas antes que Eric descubra.
- Pam, quanto você acha que eu pagaria de multa se estacasse ela? - Perguntei esperançosamente.
- Mais do que pode pagar agora, tenha certeza. Mas se precisar, faça um empréstimo. Eu aceito ser sua avalista.
E pela primeira vez na ‘vida’, vi em Pam alguém com quem poderia contar. Com certeza ela amaria estacá-la também. Sorri agradecida a ela.
- Agora me conte. O que aconteceu dessa vez e quem é aquela no banco de trás do carro?
Saio do banheiro e encontro Pam e Lee Ann rindo juntas?
- O que vocês estão falando ai? – Olho desconfiada.
-Oh, você voltou.
- Quieta Elora.
Olho de uma para outra. Já posso perceber o que houve.
- A novata transformou alguém?
-Eu não fiz nada dessa vez, EU JURO!
- Como sua tutora, revogo seu direito de abrir a boca. – Disse diretamente para Elora. – E isto Pam, é apenas entre o Eric e eu. Você ainda, não faz parte da cúpula.
- E se me der licença. Vou dar ao Eric todas as explicações, que claro, você não tem que saber, Pam. Elora, sem abrir a boca. Literalmente. Me entendeu?
Concordo com a cabeça... Melhor acalmar os ânimos não é...
- Pam, mais uma coisa. Se ela me desobedecer, você fica a cargo do castigo.
- Amigas eu não fiz nada porque tanta violência?
Oh, fico tão feliz por ter comprado uma correntinha de prata anos antes. Entrego-a envolta em um lenço de seda, disfarçadamente a Pam. É sempre bom andar com prata, quando se está com Elora.
- Bom proveito.
Sorrio para ela com aquela coisa horrenda de prata brilhando na minha frente.
- Vou chamá-lo. E vocês, quietas aqui.
Faço um sinal com a cabeça antes de sair. Lee Ann é astuta, vingativa e provocadora. Não que isso me impeça de ter vontade de estacá-la, às vezes. E ela sabe como mandar, o que é um bom plus. Mas Elora ainda é irritantemente humana. Ela precisa mudar logo ou eu mesma irei drená-la.
- Olha o papo está bom mas já vou indo.... - Tento me esquivar.
Posiciono-me em frente à Elora e estico a pequena corrente que peguei das mãos de Lee Ann na linha do pescoço dela. (Antes que pensem que me tornei imune a prata. Eu estava de luvas. Parte de uma das ‘fantasias’ que uso aqui.)
-Qual parte do "vocês ficam aqui" que você não entendeu?
Minhas presas salientes mostram meu descontentamento. Espero que seja o bastante, embora ache que ela precisa mesmo de uma coleira.
De repente, Pam me enfia uma corrente de prata no pescoço, e quase caio no chão esgotada de minhas forças.
- Acho que vou sentar um pouco ok... E desabo no chão mesmo.
- A baby vamp não será mais um problema. Pelo menos por enquanto. – Olho para Lee Ann, que esboça um sorriso.
- Bom, vou chamar o Eric. Mas ele está muito, muito nervoso. Tenho certeza que ele não vai gostar nada disso.
Ok, eu sei, isso foi bastante rude de minha parte envolver Pam nisso. Mas mexer com a mente da dela e fazê-la executar algo que eu planejei... OH, mil anos foram todos compensados, apenas com isso
E prata, para quem não sabe, dói e nos enfraquece. Comecei a me sentir terrivelmente grogue, no chão.
Eu as deixei e fui ao escritório de Eric. Era verdade que ele estava nervoso, embora não tenha contado o motivo. Bati na porta e entrei em seguida.
- Temos visitas – anunciei. – Lee-Ann e Elora estão aqui para vê-lo. E elas estão em apuros.
Frisei a última frase para ter certeza de que elas teriam sérios problemas. Mas pela expressão no rosto de Eric não tenho certeza se surtiu efeito.
- Elas não estão em apuros, elas são. Mande-as entrar Pam. Vou acabar com isso o mais rápido possível. E Pam, sem retaliações.
Com um aceno de cabeça retorno para onde as deixei.
- Eric vai vê-las agora.
Tenho um sorriso no rosto. Elas vão se dar muito mal. Não é que eu seja má, sou apenas uma vampira, e é da nossa natureza querer que os outros se deem mal. Eu não vou perder isso por nada. Uso a desculpa de carregar a pobre Elora para me infiltrar na sala.
Quando entro em seu escritório, ele me dirige seu melhor olhar rude.
- Xerife - o cumprimento com um aceno curto.
Abro os olhos e um loiro de 1,94 na minha frente e digo:
- Hey eu te conheço! – E sim, ainda estava com a corrente de prata e me sentindo grogue.
- Lee-Ann. Elora. Pam disse que queriam me ver. Qual é o assunto?
- Elora encontrou um baby vamp de 6 semanas, e é todo seu, Xerife - sorrio discretamente.
Olho para a corrente de prata no pescoço de Elora. Uma tentativa para calá-la, aposto. Eu gosto de Elora. Não porque tenha sentimentos por ela. Ela irrita Lee Ann e Pam e ver as duas brigando é deliciosamente engraçado
-Se alguém me libertar acho que posso falar!
- Pam, querida, faça as honras - Digo e aponto Elora com a cabeça.
- Obrigada sister! – Digo silenciosamente – Isso não vai ficar assim.
A contra gosto, vou até Elora e puxo a corrente de seu pescoço com um pouco mais de força que o necessário. Isso vai ficar marcado. Ótimo.
-Cuidado Pam, assim me arranca a cabeça!
- Oh, Pam, muito obrigada, você é uma excelente amiga - Sorriso radiante de novo. Eric está totalmente irritado agora... Pam é minha melhor amiga para a morte toda, agora.
Tenho praticamente um harem de vampiras na minha sala neste exato minuto. Nesse aspecto, elas são muito parecidas com humanas. Deixe-as sozinhas por muito tempo e acabará com poças de sangue no tapete. E eu não quero meu tapete manchado.
- Retornando ao assunto, Xerife, Elora encontrou um baby vamp. Sem identificação e nem criadora. Faminta e imprevisível. – Faço meu melhor para não parecer feliz, com o fato que o Eric terá que ficar com ela.
- Normalmente, eu diria que quem a encontrou teria que cuidar dela, mas como Elora não cuida nem dela mesma a opção está fora de questão.
- Eu não a encontrei - sorriso radiante mais uma vez. Oh finalmente, 60 anos com Elora, e finalmente ela me serviu para algo.
Medito um pouco.Terei que ficar com esse baby vamp. Só espero que ela seja bonita. Mas... Pode ser que ache outra opção até o fim da noite.
O meu querido meio irmão se suspende. Sim, vira aquela linda estátua loura.
- Certo. Onde está a vampira, então?
- No banco traseiro do meu carro. Amarrada com uma corrente de prata. Provavelmente sangrando no meu estofado. – Digo com casualidade.
- Levem-me até ela. Pam, você fica e cuida do bar. Não quero curiosos em volta.
- Tudo bem – Diz Pam com um tom intransigente. Ótimo, acabou com minha diversão. E Lee Ann sorrindo zombeteiramente para mim. Simplesmente ótimo.
Nem preciso dizer que todos nos olham quando saímos do escritório de Eric. Aparentemente minha reputação me precede.
- Ninguém quer ter Lee Ann no seu território. – Diz um vampiro relativamente novo para sua companhia humana.
- Oh, e por que não? – A humana loira pergunta.
- Vampira sanguinária e mercenária. Extremamente territorialista. – a humana me olha. – Não olhe para ela – diz aflito o vampiro.
A humana loira se assusta a desvia o olhar. Oh, eu adoro quando eles fazem isso.
A fama precede o vampiro. Especialmente um vampiro como Lee Ann. É como ser famoso, você tem que se acostumar com isso. Caminho com Lee Ann e Elora até os fundos do Fangtasia. De dentro do carro ouço gemidos ininteligíveis. Lee Ann parou ao lado de Elora, que esfregava o pescoço sem parar.Adiantei-me a elas e olhei dentro do carro pela janela do motorista.
- Eric, esta é Nikkayla. E é tua. – A arranco do meu carro pela janela e a jogo no chão. – Elora, comigo, nós vamos embora.
- Parem. Como assim vão embora? E é Xerife Northman para você.
- Oh, e que tal querido meio irmão. Porque você deve ter se esquecido, mas eu não. Não aja como se o mundo fosse teu. Pelo que sei, você só tem uma telepata e uma vampira, dele. – Dou o meu melhor zombeteiro tom. – Elora, no carro AGORA.
- Não esqueci, não. Lembro-me disso a cada segundo de minha morte. Infelizmente.
– E Elora não vai a lugar nenhum
- Ótimo, Elora, você fica, e eu vou.
Lee Ann também sabia como ser incrivelmente irritante quando queria. Mas eu ainda era mais velho que ela. Pouco tempo, mas idade é idade, não importa se dois dias ou duzentos anos.
- Bom, tchauzinho Elora. Até, bom, se eu tiver sorte, nunca - e desapareci no ar.
Ótimo. Lee Ann desaparece. Ela deve ser meio bruxa, só pode. Agora, tenho mais dois problemas para resolver.
-Certo, Elora. Me conte exatamente o que aconteceu. E tire essa prata toda da pobre criatura – olho para o amontoado de vampira esparramado no chão com certo nojo. Prata me da nojo, não posso evitar.
- Ontem saindo daqui mestre, senti cheiro de sangue. Corri para o local e me deparei com Nikkayla quase drenando um cara. Ela estava desesperada, sem controle, sua maker desapareceu, levei-a comigo pois ela aparentemente não tinha abrigo para o dia. Ah, e o rapaz deixamos ele no hospital e desaparecemos!
- Oh pobre Nikkayla, calma calma, se eu soubesse q Lee Ann faria isso não teria a ajudado. – Pronto Nikkayla está livre.
-Precisamos cuidar dela antes que eu faça algumas perguntas. Vá chamar a Pam, Elora.
- Mestre como disse antes a encontrei em apuros e levei-a comigo para asilo durante o dia. Só.
Eric me dá um olhar brusco e saio em busca de Pam.
Droga. Lá vem Elora novamente. Esse ar de contente dela me irrita.
- Pam nosso mestre exige sua presença já!
- O que foi? Você e Lee Ann não podiam mesmo ficar nisso sozinhas, não é?
-Lee Ann desapareceu, de novo... Eric quer você lá agora! Vamos?
Acompanho Elora até o carro. Eric está abaixado ao lado da baby vamp, tentando fazê-la falar. Lee Ann deu o fora. Típico.
- Mandou me chamar, Eric?
-Sim. Leve ela para o escritório e cuide dela. Elora disse que ela estava caçando, então não vai precisar se alimentar logo. Elora ficará com você por enquanto.
- Eu acho q posso ficar sozinha, Mestre! Não se preocupe comigo! Vou pra casa esperar Lee Ann voltar ok?
- Como se isso fosse possível.
- Não estou preocupado com você, estou preocupado com os outros. – digo, ignorando o comentário ácido de Pam.
- Lee Ann tem sido uma grande mentora minha. Ontem evitei problemas impedindo essa criatura de matar um homem. Acho que já posso cuidar de mim, sim?
- Você está querendo fugir à sua responsabilidade? Porque eu é que não vou cuidar dessa criatura sozinha!
Ah, não, de jeito nenhum. Ela arruma o problema e o despeja na nossa porta? Sessenta anos ao lado da Lee Ann não fizeram muito bem a ela.
- Fugir eu? Nunca! Você sabe que não fiz nada de errado, mestre! Apenas ajudei-a, interferi onde não devia por acaso?
Sim, eu tenho medo do Eric, mas chega de me tratar como baby vamp!
- Ainda vai ter muito tempo para aprender... Ou talvez não. Mas enfim, não se procura por problemas como você fez. Ela não era cria sua, por que não a deixou se virar sozinha?
-Porque sabia que ela poderia trazer problemas a você, mestre matando alguém na sua área!
-Bem, vamos dar crédito a ela, Pam. Vá embora, Elora. Tenho certeza que Lee Ann sente saudades. Mas amanhã à noite você volta. Vou decidir até lá o que fazer com essa pobre criatura... Qual é mesmo o nome dela?
-Nikkayla mestre, por favor escute-a. A maker dela sumiu! Qualquer coisa me ligue.
Reverencio Eric, e dou uma rápido beijo na bochecha de Pam.
Elora ainda tem muito dos costumes humanos. Espero que passe rápido, para o próprio bem dela. Se Eric não estivesse aqui eu a teria drenado agora mesmo. Agora terei que cuidar dessa Nikkalya, Nikkayla, ou seja lá como se chama.
By: Nicole S., Danny, Nanda Northman e Nikkayla
A nova baby vamp
Olá mortais. Aqui estamos nós novamente... Sabe, é que dormimos de dia e ficamos às vezes a noite inteira sem ter o que fazer. Recapitulando, eu Elora, sou vampira a menos de 200 anos. E se não fosse minha velha (literalmente nesse caso) e boa amiga Lee Ann acho que já teria virado meleca... Digo, cinzas de vampira! Lee Ann tem aproximadamente mil anos de idade, se bem que acho que nem ela lembra.
Mas meu maker, Eric Northman tem bem mais que isso! E hoje voltando de seu bar Fangtasia. Infelizmente tinha broncas a levar de Eric... Mas que culpa tenho eu se aparece pessoas sangrando na minha frente... Não tenho muito controle ainda... Ou quase nenhum. Por isso Eric nomeou Lee Ann minha tutora porque ele não tem tempo para me ensinar. Pam é minha “irmã”, mas tampouco ela tem tempo...
Cheguei meros mortais. Lee Ann na área. O que quer que isso signifique, claro. Como minha digníssima estraga prazeres preferia mencionou, fomos ‘convidadas’ ao Fangtasia hoje. E se não mencionei, estamos todos em família hoje. Eric meu meio irmão vampiro. Eleora sua criança mais nova. E para não esquecer, Pam a meia irmã de Eleora. Realmente confuso. Mas não espero muito de vocês mortais, não se preocupem.
Para resumir o assunto Fangtasia, mencionado acima, meu querido meio irmão Eric, me incumbiu de ‘proteger e ensinar’ sua criatura. Não Pam, graças. Ela é realmente autossuficiente. A quem estou tentando enganar? Ela é uma assassina cruel e sanguinária. Típico de vampiro novo e inconsequente. Novo, inconsequente e imprestável. Por que ela não pegou Eleora para ser sua? Por que céus, o senhor todo poderoso e mesquinho Xerife da área 5 não cuidou da sua própria criação?
PORQUE ELA É EXTREMAMENTEIRRITANTE. Mas isso, creio que já mencionei.
E aparentemente todas as criações do Eric são assim. Mas deixemos isso para outra hora.
O que viemos relatar hoje, foi o meu malfadado imã de problemas.
Saindo do Fangtasia para aquela rua fétida, um cheio delicioso me chamou a atenção. Bom, nos chamou, porque Eleora fez o favor de correr na minha frente para descobrir seu mais novo lanchinho. O que passa na cabeça dessa criatura? Isso poderia ser uma armadilha! Humanos agem estranhamente! Criatura inconsequente...
Ok, mas a ‘palavra do dia’, como diz minha queria cunhada, é ‘poderia’. Não era uma armadilha. Não de mortais.
Oh céus, por que eu levantei hoje? Por que eu saí do aconchego das minhas habitações de seda?
Sinto como se tivesse um dejà vu. Outro vampiro perdido atrás de um lanchinho. Outro! Mais uma criatura perdida no mundo. Penso que devo abrir um albergue. Melhor, um orfanato. Que tal o nome “Lar Baby vamps – Se o seu criador não te quer. Venha para nós.”
Então, decidi que dessa vez faria a coisa certa, dei a meia volta e me preparei para ir embora.
Quando Lee Ann largou-me não tive duvidas e corri em direção ao sangue. E deparei-me com uma jovem vampira atacando um cara. Mas vendo tanto sangue quase perdi o controle também. Tapei meu nariz com uma mão e com a outra puxei a jovem vamp para longe de sua vitima. E onde estaria Lee Ann? Mas a moça se acalmou e por fim me disse o que ocorreu.
Oi, Nikayla Monte Negro, baby vamp, prazer . Seis semanas completas como vampira. E extremamente faminta.
Disseram-me que quando me apresentasse para vocês, mortais, teria que contar como fui transformada. Disseram que funciona como uma terapia. (Vampiros fazem terapia?)
Bom, eu estava com 18 anos. Era um sábado à noite (claro). E tinha ido àqueles cinemas que se vai de carro, e se para num pátio grande, sabe?
Era dia de romance, Orgulho e Preconceito. Não que eu realmente tenha ido pelo filme.
Fui mais pelo fato que minha mãe estava totalmente irritada comigo. Queria me distanciar. Tirar uma folga da loucura da minha família humana. E qual o melhor jeito para se fazer isso?
Dar uns amassos no carro do seu namorado, obvio.
Então me aproveitei da curiosidade com dele comigo, mas só saboreei por alguns instantes.
Descobri de um modo bom, que uma saída para ‘festar’no banco traseiro do carro do namorado, pode se tornar bem interessante.
Alguém, a quem venho chamar de criadora agora, me observava ao longe. Acho eu ela deve ter gostado muito do que viu, porque me lembro que o filme sequer tinha começado direito, e eu já não estava mais com o meu namorado.
E no lugar havia uma garota. Ou era o que parecia. Mas sabe, sem preconceitos.
O que foi realmente estranho, é que ela cravou as presas em mim, sem prévio aviso. Sabe, até que foi legal. Doeu, mas foi uma dor diferente... Do tipo sem intenção de machucar.
Mas ela me machucou, ou me deu um dom, depende do ponto de vista.
O caso é que, ela não me transformou por querer. Alecxia estava sedenta. (Seu nome é Alecxia cornivos. Jovem, bonita e vocês sabem, vampira.) E acho que foi mais por culpa.
Depois de me drenar, ela me enterrou na floresta... E bom... Ela me ensinou uma lição importante antes de me largar.
Nunca, jamais , confie num vampiro novo.
E imprevisível, é o meu nome do meio, agora.
Céus, e levaram para minha casa. Não! Só pode ter escrito na minha testa um ‘mamãe’. Elas estavam perto do Fangtasia, por que então vieram para casa?
- Eleora Northam! O que este ser imundo está fazendo na minha casa? Eu já te disse que você não pode ter um bichinho de estimação! Qual parte você não entendeu?
-Querida Lee-ann, meu nome é Elora ok. E essa criatura aqui não tem para onde ir! O dia esta chegando, ela precisa de abrigo!
- Eleora, Elora, não importa. O que me importa que é o fato dessa criatura ainda estar aqui. E eu não tenho problema algum que ela fique lá fora, no dia. Que aprenda a se virar. Eu já tenho problemas suficientes com a sua inconsequencia! Ora, trazer um vampiro novo para minha casa.
Devo dizer que quando estou brava, sou um tanto assustadora. OH, e levei quase mil anos para aperfeiçoar isso. É bom usar às vezes. E não me venha com moralismo de não assustar crianças. Eu não tenho as mesmas convicções que os mortais há muito tempo. Não as tive nem quando era humana...
- Mas eu já disse, não é sou eu quem abre as feridas, quando chego lá elas já estão abertas! Você sabe que estou me controlando mais! Você nunca tem paciência comigo! Seu coração virou pedra é? Igual àquele filme idiota que nos mostra como feitos de pedra por dentro?
- Nós somos vampiros Elora! Vampiros, não nos compadecemos das dores alheias! E eu não sou sua criadora, não tenho que te aturar mais do que já faço.
- Desculpe se perco o controle, mas estou fazendo tudo que posso para mudar!
- Você trouxe um baby vamp para minha casa! Você ao menos tem ideia do que essas coisas são? Ideia do trabalho que dão? Ideia de quanto TrueBlood eu vou teria que repor só para essa sua nova protegida?
Não sei como em tão pouco tempo ela consegue me tirar do sério. Deveria drená-la por isso. Mas não estou disposta a abrir mão de certa quantia em dinheiro, em troca disso. Não mesmo.
- Não senhora toda poderosa Lee Ann! Eu sou uma idiota, aliás não sei nem me esconder do sol, se não fosse sua caridade! Aff, você está incumbida de me ajudar, o Xerife lhe ordenou!
- E só por isso é que eu não te jogo para fora daqui. E se você prestasse mais atenção no que eu te falo, você saberia onde, quando e como se esconder! Você nunca escuta ninguém! Tudo o que faz é ficar por aí se lamentando que seu criador não pode cuidar de você. É uma vampira agora. Tens que mudar seu jeito de pensar, tem que perder essa tua horrenda ligação com teu criador. Ele te libertou, aja como tal.
-E esta pobre criatura não vai nos prejudicar se passar o dia aqui, amanha levamos ela a Eric e ele decide o q fazer!
Eu não teria mesmo como deixá-la fora. Se o todo poderoso descobrisse, minha renda iria por água abaixo. E pior,ele me faria pagar mais caro que isso. Não que eu tenha medo dele. Mas ele não é de modo algum confiável. Entregaria-me as autoridades sem pensar duas vezes. E nem preciso comentar que, o meu já estranho sotaque, muda conforme ,eu grau de irritabilidade...
- Um dia, e nada mais. Você pequena criatura, Elora, vão para o debaixo da terra. AGORA.
E por algum motivo, ela me obedeceu. Elora e a pequena criatura. Pelo menos por hora, eu teria o controle das coisas. Mas tinha a certeza que isso não duraria muito.
By: Nicole S., Nanda Northman e Nikkayla
Mas meu maker, Eric Northman tem bem mais que isso! E hoje voltando de seu bar Fangtasia. Infelizmente tinha broncas a levar de Eric... Mas que culpa tenho eu se aparece pessoas sangrando na minha frente... Não tenho muito controle ainda... Ou quase nenhum. Por isso Eric nomeou Lee Ann minha tutora porque ele não tem tempo para me ensinar. Pam é minha “irmã”, mas tampouco ela tem tempo...
Cheguei meros mortais. Lee Ann na área. O que quer que isso signifique, claro. Como minha digníssima estraga prazeres preferia mencionou, fomos ‘convidadas’ ao Fangtasia hoje. E se não mencionei, estamos todos em família hoje. Eric meu meio irmão vampiro. Eleora sua criança mais nova. E para não esquecer, Pam a meia irmã de Eleora. Realmente confuso. Mas não espero muito de vocês mortais, não se preocupem.
Para resumir o assunto Fangtasia, mencionado acima, meu querido meio irmão Eric, me incumbiu de ‘proteger e ensinar’ sua criatura. Não Pam, graças. Ela é realmente autossuficiente. A quem estou tentando enganar? Ela é uma assassina cruel e sanguinária. Típico de vampiro novo e inconsequente. Novo, inconsequente e imprestável. Por que ela não pegou Eleora para ser sua? Por que céus, o senhor todo poderoso e mesquinho Xerife da área 5 não cuidou da sua própria criação?
PORQUE ELA É EXTREMAMENTEIRRITANTE. Mas isso, creio que já mencionei.
E aparentemente todas as criações do Eric são assim. Mas deixemos isso para outra hora.
O que viemos relatar hoje, foi o meu malfadado imã de problemas.
Saindo do Fangtasia para aquela rua fétida, um cheio delicioso me chamou a atenção. Bom, nos chamou, porque Eleora fez o favor de correr na minha frente para descobrir seu mais novo lanchinho. O que passa na cabeça dessa criatura? Isso poderia ser uma armadilha! Humanos agem estranhamente! Criatura inconsequente...
Ok, mas a ‘palavra do dia’, como diz minha queria cunhada, é ‘poderia’. Não era uma armadilha. Não de mortais.
Oh céus, por que eu levantei hoje? Por que eu saí do aconchego das minhas habitações de seda?
Sinto como se tivesse um dejà vu. Outro vampiro perdido atrás de um lanchinho. Outro! Mais uma criatura perdida no mundo. Penso que devo abrir um albergue. Melhor, um orfanato. Que tal o nome “Lar Baby vamps – Se o seu criador não te quer. Venha para nós.”
Então, decidi que dessa vez faria a coisa certa, dei a meia volta e me preparei para ir embora.
Quando Lee Ann largou-me não tive duvidas e corri em direção ao sangue. E deparei-me com uma jovem vampira atacando um cara. Mas vendo tanto sangue quase perdi o controle também. Tapei meu nariz com uma mão e com a outra puxei a jovem vamp para longe de sua vitima. E onde estaria Lee Ann? Mas a moça se acalmou e por fim me disse o que ocorreu.
Oi, Nikayla Monte Negro, baby vamp, prazer . Seis semanas completas como vampira. E extremamente faminta.
Disseram-me que quando me apresentasse para vocês, mortais, teria que contar como fui transformada. Disseram que funciona como uma terapia. (Vampiros fazem terapia?)
Bom, eu estava com 18 anos. Era um sábado à noite (claro). E tinha ido àqueles cinemas que se vai de carro, e se para num pátio grande, sabe?
Era dia de romance, Orgulho e Preconceito. Não que eu realmente tenha ido pelo filme.
Fui mais pelo fato que minha mãe estava totalmente irritada comigo. Queria me distanciar. Tirar uma folga da loucura da minha família humana. E qual o melhor jeito para se fazer isso?
Dar uns amassos no carro do seu namorado, obvio.
Então me aproveitei da curiosidade com dele comigo, mas só saboreei por alguns instantes.
Descobri de um modo bom, que uma saída para ‘festar’no banco traseiro do carro do namorado, pode se tornar bem interessante.
Alguém, a quem venho chamar de criadora agora, me observava ao longe. Acho eu ela deve ter gostado muito do que viu, porque me lembro que o filme sequer tinha começado direito, e eu já não estava mais com o meu namorado.
E no lugar havia uma garota. Ou era o que parecia. Mas sabe, sem preconceitos.
O que foi realmente estranho, é que ela cravou as presas em mim, sem prévio aviso. Sabe, até que foi legal. Doeu, mas foi uma dor diferente... Do tipo sem intenção de machucar.
Mas ela me machucou, ou me deu um dom, depende do ponto de vista.
O caso é que, ela não me transformou por querer. Alecxia estava sedenta. (Seu nome é Alecxia cornivos. Jovem, bonita e vocês sabem, vampira.) E acho que foi mais por culpa.
Depois de me drenar, ela me enterrou na floresta... E bom... Ela me ensinou uma lição importante antes de me largar.
Nunca, jamais , confie num vampiro novo.
E imprevisível, é o meu nome do meio, agora.
Céus, e levaram para minha casa. Não! Só pode ter escrito na minha testa um ‘mamãe’. Elas estavam perto do Fangtasia, por que então vieram para casa?
- Eleora Northam! O que este ser imundo está fazendo na minha casa? Eu já te disse que você não pode ter um bichinho de estimação! Qual parte você não entendeu?
-Querida Lee-ann, meu nome é Elora ok. E essa criatura aqui não tem para onde ir! O dia esta chegando, ela precisa de abrigo!
- Eleora, Elora, não importa. O que me importa que é o fato dessa criatura ainda estar aqui. E eu não tenho problema algum que ela fique lá fora, no dia. Que aprenda a se virar. Eu já tenho problemas suficientes com a sua inconsequencia! Ora, trazer um vampiro novo para minha casa.
Devo dizer que quando estou brava, sou um tanto assustadora. OH, e levei quase mil anos para aperfeiçoar isso. É bom usar às vezes. E não me venha com moralismo de não assustar crianças. Eu não tenho as mesmas convicções que os mortais há muito tempo. Não as tive nem quando era humana...
- Mas eu já disse, não é sou eu quem abre as feridas, quando chego lá elas já estão abertas! Você sabe que estou me controlando mais! Você nunca tem paciência comigo! Seu coração virou pedra é? Igual àquele filme idiota que nos mostra como feitos de pedra por dentro?
- Nós somos vampiros Elora! Vampiros, não nos compadecemos das dores alheias! E eu não sou sua criadora, não tenho que te aturar mais do que já faço.
- Desculpe se perco o controle, mas estou fazendo tudo que posso para mudar!
- Você trouxe um baby vamp para minha casa! Você ao menos tem ideia do que essas coisas são? Ideia do trabalho que dão? Ideia de quanto TrueBlood eu vou teria que repor só para essa sua nova protegida?
Não sei como em tão pouco tempo ela consegue me tirar do sério. Deveria drená-la por isso. Mas não estou disposta a abrir mão de certa quantia em dinheiro, em troca disso. Não mesmo.
- Não senhora toda poderosa Lee Ann! Eu sou uma idiota, aliás não sei nem me esconder do sol, se não fosse sua caridade! Aff, você está incumbida de me ajudar, o Xerife lhe ordenou!
- E só por isso é que eu não te jogo para fora daqui. E se você prestasse mais atenção no que eu te falo, você saberia onde, quando e como se esconder! Você nunca escuta ninguém! Tudo o que faz é ficar por aí se lamentando que seu criador não pode cuidar de você. É uma vampira agora. Tens que mudar seu jeito de pensar, tem que perder essa tua horrenda ligação com teu criador. Ele te libertou, aja como tal.
-E esta pobre criatura não vai nos prejudicar se passar o dia aqui, amanha levamos ela a Eric e ele decide o q fazer!
Eu não teria mesmo como deixá-la fora. Se o todo poderoso descobrisse, minha renda iria por água abaixo. E pior,ele me faria pagar mais caro que isso. Não que eu tenha medo dele. Mas ele não é de modo algum confiável. Entregaria-me as autoridades sem pensar duas vezes. E nem preciso comentar que, o meu já estranho sotaque, muda conforme ,eu grau de irritabilidade...
- Um dia, e nada mais. Você pequena criatura, Elora, vão para o debaixo da terra. AGORA.
E por algum motivo, ela me obedeceu. Elora e a pequena criatura. Pelo menos por hora, eu teria o controle das coisas. Mas tinha a certeza que isso não duraria muito.
By: Nicole S., Nanda Northman e Nikkayla
sábado, 14 de agosto de 2010
A nova baby vamp
Olá mortais. Aqui estamos nós novamente... Sabe, é que dormimos de dia e ficamos às vezes a noite inteira sem ter o que fazer. Recapitulando, eu Elora, sou vampira a menos de 200 anos. E se não fosse minha velha (literalmente nesse caso) e boa amiga Lee Ann acho que já teria virado meleca... Digo, cinzas de vampira! Lee Ann tem aproximadamente mil anos de idade, se bem que acho que nem ela lembra.
Mas meu maker, Eric Northman tem bem mais que isso! E hoje voltando de seu bar Fangtasia. Infelizmente tinha broncas a levar de Eric... Mas que culpa tenho eu se aparece pessoas sangrando na minha frente... Não tenho muito controle ainda... Ou quase nenhum. Por isso Eric nomeou Lee Ann minha tutora porque ele não tem tempo para me ensinar. Pam é minha “irmã”, mas tampouco ela tem tempo...
Cheguei meros mortais. Lee Ann na área. O que quer que isso signifique, claro. Como minha digníssima estraga prazeres preferia mencionou, fomos ‘convidadas’ ao Fangtasia hoje. E se não mencionei, estamos todos em família hoje. Eric meu meio irmão vampiro. Eleora sua criança mais nova. E para não esquecer, Pam a meia irmã de Eleora. Realmente confuso. Mas não espero muito de vocês mortais, não se preocupem.
Para resumir o assunto Fangtasia, mencionado acima, meu querido meio irmão Eric, me incumbiu de ‘proteger e ensinar’ sua criatura. Não Pam, graças. Ela é realmente autossuficiente. A quem estou tentando enganar? Ela é uma assassina cruel e sanguinária. Típico de vampiro novo e inconsequente. Novo, inconsequente e imprestável. Por que ela não pegou Eleora para ser sua? Por que céus, o senhor todo poderoso e mesquinho Xerife da área 5 não cuidou da sua própria criação?
PORQUE ELA É EXTREMAMENTEIRRITANTE. Mas isso, creio que já mencionei.
E aparentemente todas as criações do Eric são assim. Mas deixemos isso para outra hora.
O que viemos relatar hoje, foi o meu malfadado imã de problemas.
Saindo do Fangtasia para aquela rua fétida, um cheio delicioso me chamou a atenção. Bom, nos chamou, porque Eleora fez o favor de correr na minha frente para descobrir seu mais novo lanchinho. O que passa na cabeça dessa criatura? Isso poderia ser uma armadilha! Humanos agem estranhamente! Criatura inconsequente...
Ok, mas a ‘palavra do dia’, como diz minha queria cunhada, é ‘poderia’. Não era uma armadilha. Não de mortais.
Oh céus, por que eu levantei hoje? Por que eu saí do aconchego das minhas habitações de seda?
Sinto como se tivesse um dejà vu. Outro vampiro perdido atrás de um lanchinho. Outro! Mais uma criatura perdida no mundo. Penso que devo abrir um albergue. Melhor, um orfanato. Que tal o nome “Lar Baby vamps – Se o seu criador não te quer. Venha para nós.”
Então, decidi que dessa vez faria a coisa certa, dei a meia volta e me preparei para ir embora.
Quando Lee Ann largou-me não tive duvidas e corri em direção ao sangue. E deparei-me com uma jovem vampira atacando um cara. Mas vendo tanto sangue quase perdi o controle também. Tapei meu nariz com uma mão e com a outra puxei a jovem vamp para longe de sua vitima. E onde estaria Lee Ann? Mas a moça se acalmou e por fim me disse o que ocorreu.
Oi, Nikayla Monte Negro, baby vamp, prazer . Seis semanas completas como vampira. E extremamente faminta.
Disseram-me que quando me apresentasse para vocês, mortais, teria que contar como fui transformada. Disseram que funciona como uma terapia. (Vampiros fazem terapia?)
Bom, eu estava com 18 anos. Era um sábado à noite (claro). E tinha ido àqueles cinemas que se vai de carro, e se para num pátio grande, sabe?
Era dia de romance, Orgulho e Preconceito. Não que eu realmente tenha ido pelo filme.
Fui mais pelo fato que minha mãe estava totalmente irritada comigo. Queria me distanciar. Tirar uma folga da loucura da minha família humana. E qual o melhor jeito para se fazer isso?
Dar uns amassos no carro do seu namorado, obvio.
Então me aproveitei da curiosidade com dele comigo, mas só saboreei por alguns instantes.
Descobri de um modo bom, que uma saída para ‘festar’no banco traseiro do carro do namorado, pode se tornar bem interessante.
Alguém, a quem venho chamar de criadora agora, me observava ao longe. Acho eu ela deve ter gostado muito do que viu, porque me lembro que o filme sequer tinha começado direito, e eu já não estava mais com o meu namorado.
E no lugar havia uma garota. Ou era o que parecia. Mas sabe, sem preconceitos.
O que foi realmente estranho, é que ela cravou as presas em mim, sem prévio aviso. Sabe, até que foi legal. Doeu, mas foi uma dor diferente... Do tipo sem intenção de machucar.
Mas ela me machucou, ou me deu um dom, depende do ponto de vista.
O caso é que, ela não me transformou por querer. Alecxia estava sedenta. (Seu nome é Alecxia cornivos. Jovem, bonita e vocês sabem, vampira.) E acho que foi mais por culpa.
Depois de me drenar, ela me enterrou na floresta... E bom... Ela me ensinou uma lição importante antes de me largar.
Nunca, jamais , confie num vampiro novo.
E imprevisível, é o meu nome do meio, agora.
Céus, e levaram para minha casa. Não! Só pode ter escrito na minha testa um ‘mamãe’. Elas estavam perto do Fangtasia, por que então vieram para casa?
- Eleora Northam! O que este ser imundo está fazendo na minha casa? Eu já te disse que você não pode ter um bichinho de estimação! Qual parte você não entendeu?
-Querida Lee-ann, meu nome é Elora ok. E essa criatura aqui não tem para onde ir! O dia esta chegando, ela precisa de abrigo!
- Eleora, Elora, não importa. O que me importa que é o fato dessa criatura ainda estar aqui. E eu não tenho problema algum que ela fique lá fora, no dia. Que aprenda a se virar. Eu já tenho problemas suficientes com a sua inconsequencia! Ora, trazer um vampiro novo para minha casa.
Devo dizer que quando estou brava, sou um tanto assustadora. OH, e levei quase mil anos para aperfeiçoar isso. É bom usar às vezes. E não me venha com moralismo de não assustar crianças. Eu não tenho as mesmas convicções que os mortais há muito tempo. Não as tive nem quando era humana...
- Mas eu já disse, não é sou eu quem abre as feridas, quando chego lá elas já estão abertas! Você sabe que estou me controlando mais! Você nunca tem paciência comigo! Seu coração virou pedra é? Igual àquele filme idiota que nos mostra como feitos de pedra por dentro?
- Nós somos vampiros Elora! Vampiros, não nos compadecemos das dores alheias! E eu não sou sua criadora, não tenho que te aturar mais do que já faço.
- Desculpe se perco o controle, mas estou fazendo tudo que posso para mudar!
- Você trouxe um baby vamp para minha casa! Você ao menos tem ideia do que essas coisas são? Ideia do trabalho que dão? Ideia de quanto TrueBlood eu vou teria que repor só para essa sua nova protegida?
Não sei como em tão pouco tempo ela consegue me tirar do sério. Deveria drená-la por isso. Mas não estou disposta a abrir mão de certa quantia em dinheiro, em troca disso. Não mesmo.
- Não senhora toda poderosa Lee Ann! Eu sou uma idiota, aliás não sei nem me esconder do sol, se não fosse sua caridade! Aff, você está incumbida de me ajudar, o Xerife lhe ordenou!
- E só por isso é que eu não te jogo para fora daqui. E se você prestasse mais atenção no que eu te falo, você saberia onde, quando e como se esconder! Você nunca escuta ninguém! Tudo o que faz é ficar por aí se lamentando que seu criador não pode cuidar de você. É uma vampira agora. Tens que mudar seu jeito de pensar, tem que perder essa tua horrenda ligação com teu criador. Ele te libertou, aja como tal.
-E esta pobre criatura não vai nos prejudicar se passar o dia aqui, amanha levamos ela a Eric e ele decide o q fazer!
Eu não teria mesmo como deixá-la fora. Se o todo poderoso descobrisse, minha renda iria por água abaixo. E pior,ele me faria pagar mais caro que isso. Não que eu tenha medo dele. Mas ele não é de modo algum confiável. Entregaria-me as autoridades sem pensar duas vezes. E nem preciso comentar que, o meu já estranho sotaque, muda conforme ,eu grau de irritabilidade...
- Um dia, e nada mais. Você pequena criatura, Elora, vão para o debaixo da terra. AGORA.
E por algum motivo, ela me obedeceu. Elora e a pequena criatura. Pelo menos por hora, eu teria o controle das coisas. Mas tinha a certeza que isso não duraria muito.
By: Nicole S., Nanda Northman e Nikkayla
Mas meu maker, Eric Northman tem bem mais que isso! E hoje voltando de seu bar Fangtasia. Infelizmente tinha broncas a levar de Eric... Mas que culpa tenho eu se aparece pessoas sangrando na minha frente... Não tenho muito controle ainda... Ou quase nenhum. Por isso Eric nomeou Lee Ann minha tutora porque ele não tem tempo para me ensinar. Pam é minha “irmã”, mas tampouco ela tem tempo...
Cheguei meros mortais. Lee Ann na área. O que quer que isso signifique, claro. Como minha digníssima estraga prazeres preferia mencionou, fomos ‘convidadas’ ao Fangtasia hoje. E se não mencionei, estamos todos em família hoje. Eric meu meio irmão vampiro. Eleora sua criança mais nova. E para não esquecer, Pam a meia irmã de Eleora. Realmente confuso. Mas não espero muito de vocês mortais, não se preocupem.
Para resumir o assunto Fangtasia, mencionado acima, meu querido meio irmão Eric, me incumbiu de ‘proteger e ensinar’ sua criatura. Não Pam, graças. Ela é realmente autossuficiente. A quem estou tentando enganar? Ela é uma assassina cruel e sanguinária. Típico de vampiro novo e inconsequente. Novo, inconsequente e imprestável. Por que ela não pegou Eleora para ser sua? Por que céus, o senhor todo poderoso e mesquinho Xerife da área 5 não cuidou da sua própria criação?
PORQUE ELA É EXTREMAMENTEIRRITANTE. Mas isso, creio que já mencionei.
E aparentemente todas as criações do Eric são assim. Mas deixemos isso para outra hora.
O que viemos relatar hoje, foi o meu malfadado imã de problemas.
Saindo do Fangtasia para aquela rua fétida, um cheio delicioso me chamou a atenção. Bom, nos chamou, porque Eleora fez o favor de correr na minha frente para descobrir seu mais novo lanchinho. O que passa na cabeça dessa criatura? Isso poderia ser uma armadilha! Humanos agem estranhamente! Criatura inconsequente...
Ok, mas a ‘palavra do dia’, como diz minha queria cunhada, é ‘poderia’. Não era uma armadilha. Não de mortais.
Oh céus, por que eu levantei hoje? Por que eu saí do aconchego das minhas habitações de seda?
Sinto como se tivesse um dejà vu. Outro vampiro perdido atrás de um lanchinho. Outro! Mais uma criatura perdida no mundo. Penso que devo abrir um albergue. Melhor, um orfanato. Que tal o nome “Lar Baby vamps – Se o seu criador não te quer. Venha para nós.”
Então, decidi que dessa vez faria a coisa certa, dei a meia volta e me preparei para ir embora.
Quando Lee Ann largou-me não tive duvidas e corri em direção ao sangue. E deparei-me com uma jovem vampira atacando um cara. Mas vendo tanto sangue quase perdi o controle também. Tapei meu nariz com uma mão e com a outra puxei a jovem vamp para longe de sua vitima. E onde estaria Lee Ann? Mas a moça se acalmou e por fim me disse o que ocorreu.
Oi, Nikayla Monte Negro, baby vamp, prazer . Seis semanas completas como vampira. E extremamente faminta.
Disseram-me que quando me apresentasse para vocês, mortais, teria que contar como fui transformada. Disseram que funciona como uma terapia. (Vampiros fazem terapia?)
Bom, eu estava com 18 anos. Era um sábado à noite (claro). E tinha ido àqueles cinemas que se vai de carro, e se para num pátio grande, sabe?
Era dia de romance, Orgulho e Preconceito. Não que eu realmente tenha ido pelo filme.
Fui mais pelo fato que minha mãe estava totalmente irritada comigo. Queria me distanciar. Tirar uma folga da loucura da minha família humana. E qual o melhor jeito para se fazer isso?
Dar uns amassos no carro do seu namorado, obvio.
Então me aproveitei da curiosidade com dele comigo, mas só saboreei por alguns instantes.
Descobri de um modo bom, que uma saída para ‘festar’no banco traseiro do carro do namorado, pode se tornar bem interessante.
Alguém, a quem venho chamar de criadora agora, me observava ao longe. Acho eu ela deve ter gostado muito do que viu, porque me lembro que o filme sequer tinha começado direito, e eu já não estava mais com o meu namorado.
E no lugar havia uma garota. Ou era o que parecia. Mas sabe, sem preconceitos.
O que foi realmente estranho, é que ela cravou as presas em mim, sem prévio aviso. Sabe, até que foi legal. Doeu, mas foi uma dor diferente... Do tipo sem intenção de machucar.
Mas ela me machucou, ou me deu um dom, depende do ponto de vista.
O caso é que, ela não me transformou por querer. Alecxia estava sedenta. (Seu nome é Alecxia cornivos. Jovem, bonita e vocês sabem, vampira.) E acho que foi mais por culpa.
Depois de me drenar, ela me enterrou na floresta... E bom... Ela me ensinou uma lição importante antes de me largar.
Nunca, jamais , confie num vampiro novo.
E imprevisível, é o meu nome do meio, agora.
Céus, e levaram para minha casa. Não! Só pode ter escrito na minha testa um ‘mamãe’. Elas estavam perto do Fangtasia, por que então vieram para casa?
- Eleora Northam! O que este ser imundo está fazendo na minha casa? Eu já te disse que você não pode ter um bichinho de estimação! Qual parte você não entendeu?
-Querida Lee-ann, meu nome é Elora ok. E essa criatura aqui não tem para onde ir! O dia esta chegando, ela precisa de abrigo!
- Eleora, Elora, não importa. O que me importa que é o fato dessa criatura ainda estar aqui. E eu não tenho problema algum que ela fique lá fora, no dia. Que aprenda a se virar. Eu já tenho problemas suficientes com a sua inconsequencia! Ora, trazer um vampiro novo para minha casa.
Devo dizer que quando estou brava, sou um tanto assustadora. OH, e levei quase mil anos para aperfeiçoar isso. É bom usar às vezes. E não me venha com moralismo de não assustar crianças. Eu não tenho as mesmas convicções que os mortais há muito tempo. Não as tive nem quando era humana...
- Mas eu já disse, não é sou eu quem abre as feridas, quando chego lá elas já estão abertas! Você sabe que estou me controlando mais! Você nunca tem paciência comigo! Seu coração virou pedra é? Igual àquele filme idiota que nos mostra como feitos de pedra por dentro?
- Nós somos vampiros Elora! Vampiros, não nos compadecemos das dores alheias! E eu não sou sua criadora, não tenho que te aturar mais do que já faço.
- Desculpe se perco o controle, mas estou fazendo tudo que posso para mudar!
- Você trouxe um baby vamp para minha casa! Você ao menos tem ideia do que essas coisas são? Ideia do trabalho que dão? Ideia de quanto TrueBlood eu vou teria que repor só para essa sua nova protegida?
Não sei como em tão pouco tempo ela consegue me tirar do sério. Deveria drená-la por isso. Mas não estou disposta a abrir mão de certa quantia em dinheiro, em troca disso. Não mesmo.
- Não senhora toda poderosa Lee Ann! Eu sou uma idiota, aliás não sei nem me esconder do sol, se não fosse sua caridade! Aff, você está incumbida de me ajudar, o Xerife lhe ordenou!
- E só por isso é que eu não te jogo para fora daqui. E se você prestasse mais atenção no que eu te falo, você saberia onde, quando e como se esconder! Você nunca escuta ninguém! Tudo o que faz é ficar por aí se lamentando que seu criador não pode cuidar de você. É uma vampira agora. Tens que mudar seu jeito de pensar, tem que perder essa tua horrenda ligação com teu criador. Ele te libertou, aja como tal.
-E esta pobre criatura não vai nos prejudicar se passar o dia aqui, amanha levamos ela a Eric e ele decide o q fazer!
Eu não teria mesmo como deixá-la fora. Se o todo poderoso descobrisse, minha renda iria por água abaixo. E pior,ele me faria pagar mais caro que isso. Não que eu tenha medo dele. Mas ele não é de modo algum confiável. Entregaria-me as autoridades sem pensar duas vezes. E nem preciso comentar que, o meu já estranho sotaque, muda conforme ,eu grau de irritabilidade...
- Um dia, e nada mais. Você pequena criatura, Elora, vão para o debaixo da terra. AGORA.
E por algum motivo, ela me obedeceu. Elora e a pequena criatura. Pelo menos por hora, eu teria o controle das coisas. Mas tinha a certeza que isso não duraria muito.
By: Nicole S., Nanda Northman e Nikkayla
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Histórias Vampíricas - Convidada Lee-Ann Stratholme
Lee-Ann Stratholme é como me chamo. E eu sou uma vampira. Sim, eu sei, aparências enganam. E como sei.
Lee-Ann, obviamente foi abreviado, mas isso deixo para outra vez . Filha bastarda de Ednyfed Fychan de Tregarnedd da dinastia Tudor, nasci em 1244. O Stratholme, obviamente provinha de minha mãe. Da qual me recuso a falar. Não pelos motivos fúteis, como brigas e discordâncias, mas pelo engano que ela sofreu.
Tornei-me o que sou hoje, por volta de 1263 por Godfrey, vampiro loiro, que aparenta ter 16 anos. Devo deixar registrado o fato que ele era extremamente encantador. E na pouca idade que tínhamos.... Na realidade eu tinha, ele já não. Aparentava é a palavra chave aqui. E pensando bem, agora, aquele encantamento todo estava na cara que não era boa coisa.
Nós nos encontramos uma noite na corte. Desafortunadamente, ou afortunadamente, ele gostou de mim. Depois de um tórrido romance, que deve ter durado, cinco horas, aparentemente, ele achou que eu estava disposta a ser como ele. Eu não estava. Mas, aqui estou eu.
E Godfrey,bom, ele está morto. Não morto-vivo, mas morto virado cinzas. E devo dizer, que sim, desfrutei disso.
Conheci Elora, de uma forma um tanto, como diria? Excitante. Estava eu, tranquilamente visitando os campos de batalha, na segunda guerra mundial. – Não estava em busca de comida, se é o que acha, não como restos. Estava apenas com um interesse histórico. Eu tenho quase mil anos, algo tenho que saber. - A caminhada daquela noite estava um tanto entediante, devo dizer. Guerras normalmente são, muito desperdício de sangue. Quando uma criatura ensanguentada passa praticamente voando, por mim. Eu sou um vampiro, oras. Nada esvoaçantemente ensangüentado me passa despercebido. E não só isso, com vários lobis atrás. Ora, pensei, finalmente algo bom aquela noite.
Sim, fui atrás. E foi realmente maravilho.
Havia, o que fui descobrir mais tarde, um irritante bebê vampiro. Mas não convencionalmente, era um bebê pois tinha apenas 100 anos.
Mas que criaturazinha exibida! Corria, ludibriava e atacava os lobis sem menor respeito. Nem preciso dizer que simpatizei.
Porém, as coisas não foram como ela esperava. Ao irritar os lobis, criaturas territoriais por nascença, ela esqueceu de um pequeno detalhe. Eles andam em bando. E normalmente nos bandos, há milhares. E eu, no alto de toda minha bondade, não movi um músculo para ajudar. Se ela conseguiu se meter nisso, bem que poderia sair. E eu estava ansiosa para ver isso.
Você pode dizer tudo de ruim sobre um lobis, menos que eles não são malditamente espertos. Eu não os simpatizo, porém "respeito". E respeito, rege a nossa coexistência. Eles no canto deles e eu no meu. E foi em uma emboscada que a colocaram, levaram-na direto para uma clareira, de onde não havia como escapar. Não devo precisar quantos eram, talvez diriam que menti. Mas sim, eram muitos. Mas o que uma criaturazinha feito aquela, fez de tal ruim?
Ok, tudo bem, nesse momento admito que me descuidei. Por um breve momento, toquei o chão ( eu voar, e não vou explicar muito mais que isso). Estava interessada nisso, e desconcentrei. Imperdoável para um vampiro. E pago por isso até hoje. Por meu breve descuido, criei um chamariz. E Elora pode me visualizar. Mas não apenas ela, os lobis também. Não vou falar que cometi um ato heróico, mas sim, salvei-a.
“Desapareci” e “apareci” ao seu lado – não tem outro modo de chamar isso – a tomei sob meu resguardo e dali fugimos. Não estava disposta a comprar uma briga que não era minha, não sem saber o motivo.
Motivo besta que me culpo até hoje por tê-la ajudado... Sabe o porquê da corrida? Ela estava entediada com seu criador, pois ele não deixava se divertir. E caçar, foi a forma que ela encontrou. Caçar um lobis, dentro de uma matilha, no meio de uma guerra.
E eu já mencionei que pago pelo meu erro até hoje?
Apesar dessa estupidez, guardamos uma amizade. Acredito sim, que ela virá a ser, uma vampira poderosa. Isso, se superar todos os dias que tento matá-la por me irritar.
Um dia, peçam para ela contar a história completa, só de me lembrar, tenho vontade de drená-la.
by: Nicole S.
Lee-Ann, obviamente foi abreviado, mas isso deixo para outra vez . Filha bastarda de Ednyfed Fychan de Tregarnedd da dinastia Tudor, nasci em 1244. O Stratholme, obviamente provinha de minha mãe. Da qual me recuso a falar. Não pelos motivos fúteis, como brigas e discordâncias, mas pelo engano que ela sofreu.
Tornei-me o que sou hoje, por volta de 1263 por Godfrey, vampiro loiro, que aparenta ter 16 anos. Devo deixar registrado o fato que ele era extremamente encantador. E na pouca idade que tínhamos.... Na realidade eu tinha, ele já não. Aparentava é a palavra chave aqui. E pensando bem, agora, aquele encantamento todo estava na cara que não era boa coisa.
Nós nos encontramos uma noite na corte. Desafortunadamente, ou afortunadamente, ele gostou de mim. Depois de um tórrido romance, que deve ter durado, cinco horas, aparentemente, ele achou que eu estava disposta a ser como ele. Eu não estava. Mas, aqui estou eu.
E Godfrey,bom, ele está morto. Não morto-vivo, mas morto virado cinzas. E devo dizer, que sim, desfrutei disso.
Conheci Elora, de uma forma um tanto, como diria? Excitante. Estava eu, tranquilamente visitando os campos de batalha, na segunda guerra mundial. – Não estava em busca de comida, se é o que acha, não como restos. Estava apenas com um interesse histórico. Eu tenho quase mil anos, algo tenho que saber. - A caminhada daquela noite estava um tanto entediante, devo dizer. Guerras normalmente são, muito desperdício de sangue. Quando uma criatura ensanguentada passa praticamente voando, por mim. Eu sou um vampiro, oras. Nada esvoaçantemente ensangüentado me passa despercebido. E não só isso, com vários lobis atrás. Ora, pensei, finalmente algo bom aquela noite.
Sim, fui atrás. E foi realmente maravilho.
Havia, o que fui descobrir mais tarde, um irritante bebê vampiro. Mas não convencionalmente, era um bebê pois tinha apenas 100 anos.
Mas que criaturazinha exibida! Corria, ludibriava e atacava os lobis sem menor respeito. Nem preciso dizer que simpatizei.
Porém, as coisas não foram como ela esperava. Ao irritar os lobis, criaturas territoriais por nascença, ela esqueceu de um pequeno detalhe. Eles andam em bando. E normalmente nos bandos, há milhares. E eu, no alto de toda minha bondade, não movi um músculo para ajudar. Se ela conseguiu se meter nisso, bem que poderia sair. E eu estava ansiosa para ver isso.
Você pode dizer tudo de ruim sobre um lobis, menos que eles não são malditamente espertos. Eu não os simpatizo, porém "respeito". E respeito, rege a nossa coexistência. Eles no canto deles e eu no meu. E foi em uma emboscada que a colocaram, levaram-na direto para uma clareira, de onde não havia como escapar. Não devo precisar quantos eram, talvez diriam que menti. Mas sim, eram muitos. Mas o que uma criaturazinha feito aquela, fez de tal ruim?
Ok, tudo bem, nesse momento admito que me descuidei. Por um breve momento, toquei o chão ( eu voar, e não vou explicar muito mais que isso). Estava interessada nisso, e desconcentrei. Imperdoável para um vampiro. E pago por isso até hoje. Por meu breve descuido, criei um chamariz. E Elora pode me visualizar. Mas não apenas ela, os lobis também. Não vou falar que cometi um ato heróico, mas sim, salvei-a.
“Desapareci” e “apareci” ao seu lado – não tem outro modo de chamar isso – a tomei sob meu resguardo e dali fugimos. Não estava disposta a comprar uma briga que não era minha, não sem saber o motivo.
Motivo besta que me culpo até hoje por tê-la ajudado... Sabe o porquê da corrida? Ela estava entediada com seu criador, pois ele não deixava se divertir. E caçar, foi a forma que ela encontrou. Caçar um lobis, dentro de uma matilha, no meio de uma guerra.
E eu já mencionei que pago pelo meu erro até hoje?
Apesar dessa estupidez, guardamos uma amizade. Acredito sim, que ela virá a ser, uma vampira poderosa. Isso, se superar todos os dias que tento matá-la por me irritar.
Um dia, peçam para ela contar a história completa, só de me lembrar, tenho vontade de drená-la.
by: Nicole S.
Vampira Elora Northman - Apresentação
Hey ser vamp não é ser má...ker dizer depende... eu nao sou boa, nao sou má, i'm just a gal ...lol
Em primeiro lugar, o que é ser vampira?? DEPENDE
Ser uma psy vamp basicamente é isso: não gostar do sol, passar mal se ficar muito tempo exposta a ele e ao calor, ter anemia e baixa resistência é comum, sentir a energia das pessoas, empatia, às vezes captar fragmentos de pensamentos e memórias das pessoas próximas.
Basicamente isso é um vampirismo psíquico! Consiste em um individuo necessitar de absorver a energia de outros para se sentir bem... É complexo... Tem os q preferem ingerir sangue, mas nesse mundo de hoje não da pra confiar né, vai q você pega uma doença!
É tudo uma questão de manipulação e absorção de energia! Nunca devemos retirar energia com propósitos nocivos... É recomendável a absorção de energia em grandes encontros de pessoas, locais com grande movimentação, pois ali você pega o que esta sobrando não prejudicando a ninguém.
Depende muito de vampiro pra vampiro
Mas... Tem suas exceções, aguardem mais informações sobre ser vampiro/a no século 21 ;D
E sim, eu sou uma vampira, não psy...CONVENCIONAL com presas e tudo...
',..,'
Idade? Fui criada na Renascença, em 1857, faça as contas... Meu nome é Elora Rubianesco... Brega demais eu sei. Adotei o sobrenome do meu maker. Idade de quando fui transformada aos 23. Depois de me casar jovem e ter dificuldade para engravidar estava a vagar pela Europa, meu marido um velho e rico comerciante de jóias nem ligava mais para mim. Estava em uma noite fria de inverno passando por um vilarejo ao leste da Áustria quando minha carruagem quebrou a roda. Felizmente havia um palacete meio abandonado perto. Meu cocheiro foi lá em busca de ajuda ou asilo para aquela fria noite de inverno. Surpreendentemente havia um morador, um senhor q aparentava cerca de 30 anos, alto, loiro, olhos azuis penetrantes. Seu nome era Eric Northman. E gentilmente nos permitiu entrar, poeira predominava o local. Ele desculpou-se dizendo que ia raramente aquela casa. Ele conduziu a mim e minha dama de companhia a um luxuoso quarto e esquivou-se dizendo para nos sentirmos a vontade. Espantosamente no outro dia dois dos quatro cavalos estavam mortos, sem marcas nem nada. E não tem vila alguma perto do palacete que ficava próximo ao cume da montanha. A casa estava vazia também. Sem criados nem o dono. Mas havia alimentos na cozinha a serem preparados. Para passar o tempo havia uma ampla biblioteca. Era meio da tarde quando escureceu, e nosso bom samaritano apareceu do nada. Estava lendo na biblioteca e assustei-me. Ele desculpou-se dizendo que tinha negócios a tratar, por isso sua ausência diurna. E começamos a conversar e ele queria muito saber sobre minha vida e eu contei sobre o fracasso do meu casamento, sobre minha esterilidade, sobre como eu sentia-me deslocada vivendo em sociedade por isso viajava o quanto podia. Ele pouco revelou sobre si mesmo. Quando reparei já era quase meia noite e me retirei para dormir. No outro dia outra ausência do Sr. Eric. E para meu desespero também de um dos cocheiros. E minha dama de companhia Amélia estava fortemente gripada porque a mesma acordou com a janela de seu aposento aberta. Eu mesma tive que me virar sozinha no casarão para cuidar de minha comitiva. O meu cocheiro decidiu partir a cavalo em busca de ajuda próxima. E dois dias se passaram comigo e Amélia sozinhas no casarão. Amélia era de idade já e me preocupei muito. No terceiro dia de solidão resolvi eu mesma montar e sair em busca de ajuda. O frio cortante e a nevoa fizeram eu me perder. Estava escurecendo e não achava o caminho de volta. Quando Eric apareceu pensei ser uma miragem. Ele me conduziu de volta a sua casa quando estava quase congelando. Pra minha tristeza Amélia estava gelada morta em sua cama. Chorei muito de solidão e desespero. Estava sozinha em uma terra estranha com um homem estranho. Ele pacientemente sentou a meu lado e me confortou dizendo que tudo na vida tem um propósito e que aquilo era o destino pondo em ação o plano de eu e ele ficarmos juntos... Daquela noite não lembro muito a não ser de seus olhos nos meus e nas deliciosas horas que passamos. Hey, eu estava sozinha, meu marido não me queria, estava revoltada com a sociedade e com a vida. Ele me lembrou que estava viva e que era bela. No outro dia acordei quase ao entardecer e o corpo de Amélia havia sumido. Estava sozinha novamente sentindo uma leve dor na nuca e passando a mão senti dois furos e vi gotas de sangue no travesseiro. A noite caiu e Eric retornou, comecei a pensar q estava tudo relacionado. Naquela noite disse que eu precisava partir. Ele disse que não. Que as amarras da vida humana minha estavam sendo cortadas, senti medo. E do nada ele mostrou sua boca aberta com dois grandes caninos e pulou em meu pescoço. Bom, esse foi o fim daquela vida e o começo desta... Ressentimentos? Nenhum! Aguardem continuação da historia nos próximos posts.
Em primeiro lugar, o que é ser vampira?? DEPENDE
Ser uma psy vamp basicamente é isso: não gostar do sol, passar mal se ficar muito tempo exposta a ele e ao calor, ter anemia e baixa resistência é comum, sentir a energia das pessoas, empatia, às vezes captar fragmentos de pensamentos e memórias das pessoas próximas.
Basicamente isso é um vampirismo psíquico! Consiste em um individuo necessitar de absorver a energia de outros para se sentir bem... É complexo... Tem os q preferem ingerir sangue, mas nesse mundo de hoje não da pra confiar né, vai q você pega uma doença!
É tudo uma questão de manipulação e absorção de energia! Nunca devemos retirar energia com propósitos nocivos... É recomendável a absorção de energia em grandes encontros de pessoas, locais com grande movimentação, pois ali você pega o que esta sobrando não prejudicando a ninguém.
Depende muito de vampiro pra vampiro
Mas... Tem suas exceções, aguardem mais informações sobre ser vampiro/a no século 21 ;D
E sim, eu sou uma vampira, não psy...CONVENCIONAL com presas e tudo...
',..,'
Idade? Fui criada na Renascença, em 1857, faça as contas... Meu nome é Elora Rubianesco... Brega demais eu sei. Adotei o sobrenome do meu maker. Idade de quando fui transformada aos 23. Depois de me casar jovem e ter dificuldade para engravidar estava a vagar pela Europa, meu marido um velho e rico comerciante de jóias nem ligava mais para mim. Estava em uma noite fria de inverno passando por um vilarejo ao leste da Áustria quando minha carruagem quebrou a roda. Felizmente havia um palacete meio abandonado perto. Meu cocheiro foi lá em busca de ajuda ou asilo para aquela fria noite de inverno. Surpreendentemente havia um morador, um senhor q aparentava cerca de 30 anos, alto, loiro, olhos azuis penetrantes. Seu nome era Eric Northman. E gentilmente nos permitiu entrar, poeira predominava o local. Ele desculpou-se dizendo que ia raramente aquela casa. Ele conduziu a mim e minha dama de companhia a um luxuoso quarto e esquivou-se dizendo para nos sentirmos a vontade. Espantosamente no outro dia dois dos quatro cavalos estavam mortos, sem marcas nem nada. E não tem vila alguma perto do palacete que ficava próximo ao cume da montanha. A casa estava vazia também. Sem criados nem o dono. Mas havia alimentos na cozinha a serem preparados. Para passar o tempo havia uma ampla biblioteca. Era meio da tarde quando escureceu, e nosso bom samaritano apareceu do nada. Estava lendo na biblioteca e assustei-me. Ele desculpou-se dizendo que tinha negócios a tratar, por isso sua ausência diurna. E começamos a conversar e ele queria muito saber sobre minha vida e eu contei sobre o fracasso do meu casamento, sobre minha esterilidade, sobre como eu sentia-me deslocada vivendo em sociedade por isso viajava o quanto podia. Ele pouco revelou sobre si mesmo. Quando reparei já era quase meia noite e me retirei para dormir. No outro dia outra ausência do Sr. Eric. E para meu desespero também de um dos cocheiros. E minha dama de companhia Amélia estava fortemente gripada porque a mesma acordou com a janela de seu aposento aberta. Eu mesma tive que me virar sozinha no casarão para cuidar de minha comitiva. O meu cocheiro decidiu partir a cavalo em busca de ajuda próxima. E dois dias se passaram comigo e Amélia sozinhas no casarão. Amélia era de idade já e me preocupei muito. No terceiro dia de solidão resolvi eu mesma montar e sair em busca de ajuda. O frio cortante e a nevoa fizeram eu me perder. Estava escurecendo e não achava o caminho de volta. Quando Eric apareceu pensei ser uma miragem. Ele me conduziu de volta a sua casa quando estava quase congelando. Pra minha tristeza Amélia estava gelada morta em sua cama. Chorei muito de solidão e desespero. Estava sozinha em uma terra estranha com um homem estranho. Ele pacientemente sentou a meu lado e me confortou dizendo que tudo na vida tem um propósito e que aquilo era o destino pondo em ação o plano de eu e ele ficarmos juntos... Daquela noite não lembro muito a não ser de seus olhos nos meus e nas deliciosas horas que passamos. Hey, eu estava sozinha, meu marido não me queria, estava revoltada com a sociedade e com a vida. Ele me lembrou que estava viva e que era bela. No outro dia acordei quase ao entardecer e o corpo de Amélia havia sumido. Estava sozinha novamente sentindo uma leve dor na nuca e passando a mão senti dois furos e vi gotas de sangue no travesseiro. A noite caiu e Eric retornou, comecei a pensar q estava tudo relacionado. Naquela noite disse que eu precisava partir. Ele disse que não. Que as amarras da vida humana minha estavam sendo cortadas, senti medo. E do nada ele mostrou sua boca aberta com dois grandes caninos e pulou em meu pescoço. Bom, esse foi o fim daquela vida e o começo desta... Ressentimentos? Nenhum! Aguardem continuação da historia nos próximos posts.
Futilidade
Rumo da 3ª temp
É pessoar, estamos no epi 8 ja e o rumo esta TENSO demais,,, nao estou decepcionada, mas esperava um pouquinho mais sabe... mais eric, pam, mais bitches cenas do lafa...anotaçoes:
- Sam esta todo fofinho
-Tara parece estar gostando do FM msm pensando te-lo matado
-Sookie anta sempre faz tudo errado
-Beau salva a patria (AB seu moyerfucker)
-Jessica a pobre vamp abandonada
-Russel parece desconfiar de Eric
-Lafa será ele bruxo?
-Alcide pamonhaman sem iniciativa aff
Mas no demais esta bem legal né?!
quinta-feira, 22 de julho de 2010
DIVAGAÇÕES: Parte 1

Cada vida é uma sinfonia distinta. Cada dia viramos uma pagina de nossa historia no livro da vida. Somos mais de 6 bilhões de seres pensantes e egoistas, e cada almasegue seu caminho sozinha, escreve sua historia. Ninguem poderá caminhar por nós. Estamos sozinhos então? Sim e não. Cruzamos com outros caminhos, outras almas o tempo todo. Semelhante atrai semelhante. Nada é por acaso nessa vida! Buscamos nosso par, alguem que nos complete e nos entenda. Nosso destino muda a cada decisão, por mais simples que seja. Alguma força superior, da qual não conhecemos mas que chamamos por diversos nomes em diversas religgiões, zela por cada passo nosso. Você pode ou não ter religião, mas em primeiro lugar tenha sua crença pessoal. Não seja parte das massas manipulavies. Ouça sua voz interior, ela sempre te indica a direção, acredite em sua intuição. Medite! Abra sua mente, estamos aqui para evoluir, adquirir conhecimento. Saiba que a lei do retorno existe. Sem prejudicar a ninguem, nem a si mesmo, faça o que desejar. Caminhe, escreva seu livro. Seja feliz!
quarta-feira, 21 de julho de 2010
Fangbangers Anonimas






Vc amiga, colega de net! VC q assiste True Blood e pira, surta, morre com os personagens gatões (MENTIRA SÓ EXIISTE UM) tipo o Eric Northman a.k.a. Alexander Skarsdale, esse blog é dedicado a vcs! Minha amigas do WeLoveTrueBlood! Nayara, Jackie, Mila, Lorena, LAri, Re, Ninna, Cris, Cecys, as outras blogueiras do WLTB! Todas vcs moram no meu s2, FAMILIA FANGBANGER RULES! LORAOVIKINGGOSTOSAO RULES! Sofremos juntas, fazemos nossas terapias diarias nos chats, rimos, choramos! Cada uma esta em um determinado nivel de SAE, mas estamos unidas a cada episodeo ou livro lançado!
KILL (TEAM) BEAU
KILL BALL q ta estragando a serie!
BLOCO DAS SOOKETES RULES!
rs
ADORO VCS! Eis umas fotos em homenagem a vcs!;D
fotos do blog WeLoveTrueBlood!
Twilight: A SAGA ??????


Crepusculo está fazendo muito sucesso, @felipeneto em um vlog disse que SM autora dos livros fez a combinação perfeita de fazer as leitoras todas se verem na pele da personagem Bella, it's true! Mas a história é bem diferente, os vampiros que a autora criou nao se enquadram aos vampiros da mitologia e de outros livros...
Ou vc ama ou vc odeia Crepusculo, minhas amigas a maior parte odeia!rs
Respeito, li e tenho os livros, assisti todos filmes, mas tipo WTF, é meio estranho o quarto livro esta além do limiar da ficção cientifica, enfim... A historia de amor é bonita, mas acho um livro muito infantil gente! Comecei a ler os livros da Charlaine Harris a serie Sookie Stackhouse que inspirou a serie True Blood e vejo a diferença de estilos e penso OMG, como posso um dia ter gostado de Twilight?!
Mas acima de tudo respeito os livros e etc. O q vcs acham do livro? Comentem!
OH ERIC


True Blood é uma das series mais fodasticas de vampiros! Adoro! Quem nao viu o clipe que Snoop Dog fez em homenagem a serie chamado OH SOOKIE?rs
EU doida de pedra escrevi a musica OH ERIC, pq nós fangbangers nao somos de pedra!rs
VERGONHA MODE ON
mas vamos la!
Eis a letra:
OH ERIC
SONG: OH ERIC
WHAT’S UP BIG VIKING?
COME CLOSE BABY
IT’S ME FANGBANGER
I’M HERE IN FANGTASIA JUST FOR THE NIGHT
I’M THE FANBANGER WHO’S KEEP YOU WAKE DAY AND NIGHT
GRRRRRRRR
OH ERIC
LET ME GET OFF IN YOUR CLOTHES
OH ERIC
LET ME RIP YOUR BLACK SHIRT
OH ERIC
YOU CAN BITE ME ANYWHERE
OH ERIC
CHOOSE ANY WALL AND PUSH ME HARD
DO IT 6 HOURS OR HOW LONG YOU CAN HANDLE
OH ERIC
CALL ME SOOKIE I’M YOUR DIRTY FAIRY
OH ERIC
CAN YOU TAKE ME HIGH UNTILL WE FALL TOGETTHER I
OH ERIC
HAVE YOU EVER BEEN IN AN BRAZILIAN
OH ERIC
TAKE MY BLOOD , COME PLAY WITH MYSELF
OH ERIC
NOBODY HAVE TO KNOW AS LONG WE DO IT NOW
OH ERIC
CALL ME ANY NAME BUT PLAY IN MY GAME
OH ERIC
I’M NOT VIKING BUT YOU CAN HOOK
COME OPEN MY GATES
AND ROLL ON MU MOUNTAINS
OH ERIC
YOU OUTTA BON TEMPS
YOU NEED A BON PIMP
CHOOSE THE HOUR AND THE PLACE
ANY GIRL WILL MEET YOU THERE
OH VIKING
OUTSTANDING
ANY WORD I MIGHT SAY ISN’T NEAR THE WAY I FEEL
OH ERIC
COME PLAY WITH MY BUTTONS SO I CAN PLAY WITH YOUR BUTT
OH ERIC
SOOKIE ‘S DON’T SETTLE YOUR NEEDS
EVEN PAM DON’T MEAN YOU A THING
OH ERIC
CALL ME PIRYVETTA
JESSICA DON’T KNOW THE THINGS
OH ERIC
I WANNA DO REALY BAD THINGS WITH YOU
BUT I FEEL YOU GONNA LIKE IT
OH ERIC
TURN ME VAMPIRE AND KNOW SATISFACTION
OH ERIC…………..
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