segunda-feira, 16 de agosto de 2010

A nova baby vamp

Olá mortais. Aqui estamos nós novamente... Sabe, é que dormimos de dia e ficamos às vezes a noite inteira sem ter o que fazer. Recapitulando, eu Elora, sou vampira a menos de 200 anos. E se não fosse minha velha (literalmente nesse caso) e boa amiga Lee Ann acho que já teria virado meleca... Digo, cinzas de vampira! Lee Ann tem aproximadamente mil anos de idade, se bem que acho que nem ela lembra.

Mas meu maker, Eric Northman tem bem mais que isso! E hoje voltando de seu bar Fangtasia. Infelizmente tinha broncas a levar de Eric... Mas que culpa tenho eu se aparece pessoas sangrando na minha frente... Não tenho muito controle ainda... Ou quase nenhum. Por isso Eric nomeou Lee Ann minha tutora porque ele não tem tempo para me ensinar. Pam é minha “irmã”, mas tampouco ela tem tempo...

Cheguei meros mortais. Lee Ann na área. O que quer que isso signifique, claro. Como minha digníssima estraga prazeres preferia mencionou, fomos ‘convidadas’ ao Fangtasia hoje. E se não mencionei, estamos todos em família hoje. Eric meu meio irmão vampiro. Eleora sua criança mais nova. E para não esquecer, Pam a meia irmã de Eleora. Realmente confuso. Mas não espero muito de vocês mortais, não se preocupem.
Para resumir o assunto Fangtasia, mencionado acima, meu querido meio irmão Eric, me incumbiu de ‘proteger e ensinar’ sua criatura. Não Pam, graças. Ela é realmente autossuficiente. A quem estou tentando enganar? Ela é uma assassina cruel e sanguinária. Típico de vampiro novo e inconsequente. Novo, inconsequente e imprestável. Por que ela não pegou Eleora para ser sua? Por que céus, o senhor todo poderoso e mesquinho Xerife da área 5 não cuidou da sua própria criação?
PORQUE ELA É EXTREMAMENTEIRRITANTE. Mas isso, creio que já mencionei.
E aparentemente todas as criações do Eric são assim. Mas deixemos isso para outra hora.
O que viemos relatar hoje, foi o meu malfadado imã de problemas.
Saindo do Fangtasia para aquela rua fétida, um cheio delicioso me chamou a atenção. Bom, nos chamou, porque Eleora fez o favor de correr na minha frente para descobrir seu mais novo lanchinho. O que passa na cabeça dessa criatura? Isso poderia ser uma armadilha! Humanos agem estranhamente! Criatura inconsequente...
Ok, mas a ‘palavra do dia’, como diz minha queria cunhada, é ‘poderia’. Não era uma armadilha. Não de mortais.
Oh céus, por que eu levantei hoje? Por que eu saí do aconchego das minhas habitações de seda?
Sinto como se tivesse um dejà vu. Outro vampiro perdido atrás de um lanchinho. Outro! Mais uma criatura perdida no mundo. Penso que devo abrir um albergue. Melhor, um orfanato. Que tal o nome “Lar Baby vamps – Se o seu criador não te quer. Venha para nós.”
Então, decidi que dessa vez faria a coisa certa, dei a meia volta e me preparei para ir embora.

Quando Lee Ann largou-me não tive duvidas e corri em direção ao sangue. E deparei-me com uma jovem vampira atacando um cara. Mas vendo tanto sangue quase perdi o controle também. Tapei meu nariz com uma mão e com a outra puxei a jovem vamp para longe de sua vitima. E onde estaria Lee Ann? Mas a moça se acalmou e por fim me disse o que ocorreu.

Oi, Nikayla Monte Negro, baby vamp, prazer . Seis semanas completas como vampira. E extremamente faminta.
Disseram-me que quando me apresentasse para vocês, mortais, teria que contar como fui transformada. Disseram que funciona como uma terapia. (Vampiros fazem terapia?)
Bom, eu estava com 18 anos. Era um sábado à noite (claro). E tinha ido àqueles cinemas que se vai de carro, e se para num pátio grande, sabe?
Era dia de romance, Orgulho e Preconceito. Não que eu realmente tenha ido pelo filme.
Fui mais pelo fato que minha mãe estava totalmente irritada comigo. Queria me distanciar. Tirar uma folga da loucura da minha família humana. E qual o melhor jeito para se fazer isso?
Dar uns amassos no carro do seu namorado, obvio.
Então me aproveitei da curiosidade com dele comigo, mas só saboreei por alguns instantes.
Descobri de um modo bom, que uma saída para ‘festar’no banco traseiro do carro do namorado, pode se tornar bem interessante.
Alguém, a quem venho chamar de criadora agora, me observava ao longe. Acho eu ela deve ter gostado muito do que viu, porque me lembro que o filme sequer tinha começado direito, e eu já não estava mais com o meu namorado.
E no lugar havia uma garota. Ou era o que parecia. Mas sabe, sem preconceitos.
O que foi realmente estranho, é que ela cravou as presas em mim, sem prévio aviso. Sabe, até que foi legal. Doeu, mas foi uma dor diferente... Do tipo sem intenção de machucar.
Mas ela me machucou, ou me deu um dom, depende do ponto de vista.
O caso é que, ela não me transformou por querer. Alecxia estava sedenta. (Seu nome é Alecxia cornivos. Jovem, bonita e vocês sabem, vampira.) E acho que foi mais por culpa.
Depois de me drenar, ela me enterrou na floresta... E bom... Ela me ensinou uma lição importante antes de me largar.
Nunca, jamais , confie num vampiro novo.
E imprevisível, é o meu nome do meio, agora.

Céus, e levaram para minha casa. Não! Só pode ter escrito na minha testa um ‘mamãe’. Elas estavam perto do Fangtasia, por que então vieram para casa?
- Eleora Northam! O que este ser imundo está fazendo na minha casa? Eu já te disse que você não pode ter um bichinho de estimação! Qual parte você não entendeu?


-Querida Lee-ann, meu nome é Elora ok. E essa criatura aqui não tem para onde ir! O dia esta chegando, ela precisa de abrigo!

- Eleora, Elora, não importa. O que me importa que é o fato dessa criatura ainda estar aqui. E eu não tenho problema algum que ela fique lá fora, no dia. Que aprenda a se virar. Eu já tenho problemas suficientes com a sua inconsequencia! Ora, trazer um vampiro novo para minha casa.
Devo dizer que quando estou brava, sou um tanto assustadora. OH, e levei quase mil anos para aperfeiçoar isso. É bom usar às vezes. E não me venha com moralismo de não assustar crianças. Eu não tenho as mesmas convicções que os mortais há muito tempo. Não as tive nem quando era humana...


- Mas eu já disse, não é sou eu quem abre as feridas, quando chego lá elas já estão abertas! Você sabe que estou me controlando mais! Você nunca tem paciência comigo! Seu coração virou pedra é? Igual àquele filme idiota que nos mostra como feitos de pedra por dentro?

- Nós somos vampiros Elora! Vampiros, não nos compadecemos das dores alheias! E eu não sou sua criadora, não tenho que te aturar mais do que já faço.

- Desculpe se perco o controle, mas estou fazendo tudo que posso para mudar!

- Você trouxe um baby vamp para minha casa! Você ao menos tem ideia do que essas coisas são? Ideia do trabalho que dão? Ideia de quanto TrueBlood eu vou teria que repor só para essa sua nova protegida?

Não sei como em tão pouco tempo ela consegue me tirar do sério. Deveria drená-la por isso. Mas não estou disposta a abrir mão de certa quantia em dinheiro, em troca disso. Não mesmo.


- Não senhora toda poderosa Lee Ann! Eu sou uma idiota, aliás não sei nem me esconder do sol, se não fosse sua caridade! Aff, você está incumbida de me ajudar, o Xerife lhe ordenou!

- E só por isso é que eu não te jogo para fora daqui. E se você prestasse mais atenção no que eu te falo, você saberia onde, quando e como se esconder! Você nunca escuta ninguém! Tudo o que faz é ficar por aí se lamentando que seu criador não pode cuidar de você. É uma vampira agora. Tens que mudar seu jeito de pensar, tem que perder essa tua horrenda ligação com teu criador. Ele te libertou, aja como tal.

-E esta pobre criatura não vai nos prejudicar se passar o dia aqui, amanha levamos ela a Eric e ele decide o q fazer!

Eu não teria mesmo como deixá-la fora. Se o todo poderoso descobrisse, minha renda iria por água abaixo. E pior,ele me faria pagar mais caro que isso. Não que eu tenha medo dele. Mas ele não é de modo algum confiável. Entregaria-me as autoridades sem pensar duas vezes. E nem preciso comentar que, o meu já estranho sotaque, muda conforme ,eu grau de irritabilidade...
- Um dia, e nada mais. Você pequena criatura, Elora, vão para o debaixo da terra. AGORA.
E por algum motivo, ela me obedeceu. Elora e a pequena criatura. Pelo menos por hora, eu teria o controle das coisas. Mas tinha a certeza que isso não duraria muito.

By: Nicole S., Nanda Northman e Nikkayla

Nenhum comentário:

Postar um comentário