segunda-feira, 16 de agosto de 2010

Vampiros de Verdade - 1

Vampiros novos não podem ser classificados como vampiros de verdade. Estão mais para seres conscientemente assassinos. Famintos e com consciência. Não é uma boa coisa quando juntos.
- Pequena coisa fedorenta. Tenho algo para você – cantarolo, enquanto me preparo para pregar uma peça.
Aquela criatura pequena aparece rápida e sem qualquer meio de fuga. Bom...
- Eu não sei o teu nome ainda, pequena coisa. Você não me disse. – E uso meu melhor tom de ‘oh, pobrezinha’.
- Nikkayla, Nikkayla Monte Nego.
- Bom, muito bom. Você me parece faminta.
Oh, pobre criaturinha, quando entrou na sala, nem sabia o que a esperava. Céus, isso vai ser melhor do que esperava.
- Oh, pobre Nikkayla, que tal um lanchinho?. – Sussurrei ao bom modo ‘te peguei’.
- Sim, claro – ela me responde com ânsia.
Não sei se devo contar o que aconteceu após. Mas devo mencionar, que minhas lindas cortinas vitorianas, quadros, poltronas e sofás – estilo gótico, por sinal – não continuaram no mesmo lugar.
Crianças são realmente bobas. E ainda mais quando se trata de comida. Resultado: uma corrente de prata a segurava no momento. Em volta do pescoço, braços e pernas. E em cada pé. Sim, tomei as devidas precauções. E até que o nosso pequeno pega-pega foi entusiástico. Claro que não durou nem 2 minutos.
- Oh, e claro , não posso me esquecer disso – desenrolei e cortei um pedaço de fida adesiva. Dirigi-me para onde ela estava deitada. Agachei, sussurrei ao pé do seu ouvido e colei a fita. – Você não achou que continuaria com essa linda boquinha livre, não é, pequena coisa?


Sabe quando você esta vivendo com alguém que aparenta ser normal, mas na verdade se mostra uma psicopata? Eu estou sentindo isso! Lee Ann está cada vez menos tolerante, seria a idade?
Bom, acordei e depois de um banho e novas vestes me deparei com nossa convidada Nikkayla acorrentada a prata e jogada no banco traseiro de nosso carro. Parece que estávamos indo novamente ao Fangtasia... Ótimo, mais broncas era exatamente o que eu precisava para minha autoestima vampiresca...
E Pam como sempre se mostrou descontente ao nos ver!

Estava eu, naquele momento em que vampiros se assemelham a manequins, parada, com o olhar fixo, apenas observando o movimento do Fangtasia. Tedioso.
Tinha tudo para ser outra noite daquelas. Eric devia me dar um aumento para aguentar esses humanos. Algumas humanas, por outro lado, podem ser bem divertidas, às vezes. No entanto, minha noite mudou drasticamente em poucos segundos. Lee Ann apareceu nos fundos do bar com sua protegida, Elora. Na verdade, eu deveria dizer capacho. Lee Ann suporta Elora, apenas isso. Mas ora, ora. Elas não estavam sozinhas.

-Olá! - eu disse, com um claro tom de 'o que vocês estão fazendo aqui?' na voz
- Cadê o senhor todo poderoso? – Perguntei como se ela não existisse. Bom, para mim, ela não passava de um ornamento.
- Eric está ocupado. O que quer com ele? - Perguntei. Lee Ann gosta de provocar. Eu também.

Dei uma boa olhada no banco traseiro. Oh Oh. Aquilo não era bom.

- Pam, sister, não é da sua conta! - Se Pam ia dificultar as coisas eu também iria!

-Tem algo a ver com esse pacote que estão trazendo no banco de trás? E não me chame de sister. Sabe que eu não gosto.

- Tenho um presentinho para o nosso querido Xerife – me esforcei para o meu tom aparecer o mais ácido possível.

E pelo olhar que ela me deu, fui bem sucedida. Delicioso.


- Ok, mas você pode, pelo menos, abrir a porta para nós?
Olhei para as duas por um instante, decidindo o que iria fazer. Elas estavam com problemas, isso era claro. E eu é que não ia acobertar.
- Entrem.

Fangtasia, bom, esse não preciso realmente descrever. Bebida, vampiros, sexo, sangue. O de sempre.
Fangtasia... Ah, era como uma segunda casa! A energia, a vibe... “Vou me candidatar a um emprego aqui” pensei...
Pares de olhos vampirescos se voltaram para nós. Oh, sim garotos, problemas.
Problemas. Se essas duas vinham aqui, no meio da madrugada, quando podiam estar lá fora caçando, coisa boa não podia ser. E o adicional no banco de trás deixa as coisas ainda piores.
-Tentem não chamar muita atenção dos humanos. E, Elora, mantenha suas presas bem guardadas. Vou ver se Eric pode atender vocês.

As deixei no salão e tome o pequeno corredor lateral onde Eric mantinha sua sala.

OMG, quanta gente estranha no bar essa noite! E até tinha uns gatinhos... Mas nunca mais quero sair com vampiros... Criaturas orgulhosas e prepotentes!
-Ok sister.

Elora, Elora, finalmente descobri a sua função na minha vida. Perturbar infinitamente minha deliciosa Pam.

Reviro os olhos quando ela me chama assim. Será que ela não pode ser só um pouquinho menos irritante? Agora entendo por que Lee Ann tem vontade de matá-la. De verdade.

Estava pronta a entrar na area do bar quando Lee-ann agarra meu braço e diz....

- Pam, ela é toda sua. Elora, faça o seu melhor para me orgulhar. – Disse o mais sarcasticamente possível, e soltei o braço dela.

Endireito a postura e digo: - Sim madame!

- Minha? – Olho para Lee Ann intrigada – Como assim, minha? Está tentando fugir de suas obrigações, Lee Ann?

- Claro que não, meu bem, apenas deixando ela passar um bom momento com a sua querida irmã. – Meu sorriso poderia ser visto a quilômetros.

Olho para as duas, Lee Ann sorrindo pouco discretamente, Pam com as presas de fora me fuzilando com o olhar!

Ótimo! E agora isso. Evito transformar pessoas porque não tenho a mínima qualificação para guardiã, protetora ou qualquer coisa que o valha. E agora um bebê cai no meu colo. SEM QUE EU PEDISSE.

- Ah, e Pam, se ela soltar a pequena coisa que está no meu carro. Faço questão de deixá-la para você, certo?
-Vocês duas podem parar ja! Eu sou adulta! Viro-me sozinha a partir de agora ok, TCHAU! – Esbarro num garçom e derrubo varias garrafas de True Blood no chão.
Olho para Lee- nn e sei que ela pode ver que não gostei nem um pouco de tudo aquilo. Agora tem uma vampira chorando no banheiro. Só espero dar um jeito nas coisas antes que Eric descubra.
- Pam, quanto você acha que eu pagaria de multa se estacasse ela? - Perguntei esperançosamente.
- Mais do que pode pagar agora, tenha certeza. Mas se precisar, faça um empréstimo. Eu aceito ser sua avalista.

E pela primeira vez na ‘vida’, vi em Pam alguém com quem poderia contar. Com certeza ela amaria estacá-la também. Sorri agradecida a ela.
- Agora me conte. O que aconteceu dessa vez e quem é aquela no banco de trás do carro?

Saio do banheiro e encontro Pam e Lee Ann rindo juntas?
- O que vocês estão falando ai? – Olho desconfiada.
-Oh, você voltou.
- Quieta Elora.

Olho de uma para outra. Já posso perceber o que houve.
- A novata transformou alguém?
-Eu não fiz nada dessa vez, EU JURO!
- Como sua tutora, revogo seu direito de abrir a boca. – Disse diretamente para Elora. – E isto Pam, é apenas entre o Eric e eu. Você ainda, não faz parte da cúpula.
- E se me der licença. Vou dar ao Eric todas as explicações, que claro, você não tem que saber, Pam. Elora, sem abrir a boca. Literalmente. Me entendeu?
Concordo com a cabeça... Melhor acalmar os ânimos não é...
- Pam, mais uma coisa. Se ela me desobedecer, você fica a cargo do castigo.
- Amigas eu não fiz nada porque tanta violência?

Oh, fico tão feliz por ter comprado uma correntinha de prata anos antes. Entrego-a envolta em um lenço de seda, disfarçadamente a Pam. É sempre bom andar com prata, quando se está com Elora.
- Bom proveito.

Sorrio para ela com aquela coisa horrenda de prata brilhando na minha frente.
- Vou chamá-lo. E vocês, quietas aqui.

Faço um sinal com a cabeça antes de sair. Lee Ann é astuta, vingativa e provocadora. Não que isso me impeça de ter vontade de estacá-la, às vezes. E ela sabe como mandar, o que é um bom plus. Mas Elora ainda é irritantemente humana. Ela precisa mudar logo ou eu mesma irei drená-la.
- Olha o papo está bom mas já vou indo.... - Tento me esquivar.

Posiciono-me em frente à Elora e estico a pequena corrente que peguei das mãos de Lee Ann na linha do pescoço dela. (Antes que pensem que me tornei imune a prata. Eu estava de luvas. Parte de uma das ‘fantasias’ que uso aqui.)
-Qual parte do "vocês ficam aqui" que você não entendeu?

Minhas presas salientes mostram meu descontentamento. Espero que seja o bastante, embora ache que ela precisa mesmo de uma coleira.

De repente, Pam me enfia uma corrente de prata no pescoço, e quase caio no chão esgotada de minhas forças.
- Acho que vou sentar um pouco ok... E desabo no chão mesmo.
- A baby vamp não será mais um problema. Pelo menos por enquanto. – Olho para Lee Ann, que esboça um sorriso.
- Bom, vou chamar o Eric. Mas ele está muito, muito nervoso. Tenho certeza que ele não vai gostar nada disso.

Ok, eu sei, isso foi bastante rude de minha parte envolver Pam nisso. Mas mexer com a mente da dela e fazê-la executar algo que eu planejei... OH, mil anos foram todos compensados, apenas com isso

E prata, para quem não sabe, dói e nos enfraquece. Comecei a me sentir terrivelmente grogue, no chão.

Eu as deixei e fui ao escritório de Eric. Era verdade que ele estava nervoso, embora não tenha contado o motivo. Bati na porta e entrei em seguida.
- Temos visitas – anunciei. – Lee-Ann e Elora estão aqui para vê-lo. E elas estão em apuros.
Frisei a última frase para ter certeza de que elas teriam sérios problemas. Mas pela expressão no rosto de Eric não tenho certeza se surtiu efeito.
- Elas não estão em apuros, elas são. Mande-as entrar Pam. Vou acabar com isso o mais rápido possível. E Pam, sem retaliações.

Com um aceno de cabeça retorno para onde as deixei.
- Eric vai vê-las agora.

Tenho um sorriso no rosto. Elas vão se dar muito mal. Não é que eu seja má, sou apenas uma vampira, e é da nossa natureza querer que os outros se deem mal. Eu não vou perder isso por nada. Uso a desculpa de carregar a pobre Elora para me infiltrar na sala.

Quando entro em seu escritório, ele me dirige seu melhor olhar rude.
- Xerife - o cumprimento com um aceno curto.
Abro os olhos e um loiro de 1,94 na minha frente e digo:
- Hey eu te conheço! – E sim, ainda estava com a corrente de prata e me sentindo grogue.
- Lee-Ann. Elora. Pam disse que queriam me ver. Qual é o assunto?
- Elora encontrou um baby vamp de 6 semanas, e é todo seu, Xerife - sorrio discretamente.
Olho para a corrente de prata no pescoço de Elora. Uma tentativa para calá-la, aposto. Eu gosto de Elora. Não porque tenha sentimentos por ela. Ela irrita Lee Ann e Pam e ver as duas brigando é deliciosamente engraçado

-Se alguém me libertar acho que posso falar!
- Pam, querida, faça as honras - Digo e aponto Elora com a cabeça.
- Obrigada sister! – Digo silenciosamente – Isso não vai ficar assim.
A contra gosto, vou até Elora e puxo a corrente de seu pescoço com um pouco mais de força que o necessário. Isso vai ficar marcado. Ótimo.
-Cuidado Pam, assim me arranca a cabeça!
- Oh, Pam, muito obrigada, você é uma excelente amiga - Sorriso radiante de novo. Eric está totalmente irritado agora... Pam é minha melhor amiga para a morte toda, agora.
Tenho praticamente um harem de vampiras na minha sala neste exato minuto. Nesse aspecto, elas são muito parecidas com humanas. Deixe-as sozinhas por muito tempo e acabará com poças de sangue no tapete. E eu não quero meu tapete manchado.
- Retornando ao assunto, Xerife, Elora encontrou um baby vamp. Sem identificação e nem criadora. Faminta e imprevisível. – Faço meu melhor para não parecer feliz, com o fato que o Eric terá que ficar com ela.
- Normalmente, eu diria que quem a encontrou teria que cuidar dela, mas como Elora não cuida nem dela mesma a opção está fora de questão.
- Eu não a encontrei - sorriso radiante mais uma vez. Oh finalmente, 60 anos com Elora, e finalmente ela me serviu para algo.

Medito um pouco.Terei que ficar com esse baby vamp. Só espero que ela seja bonita. Mas... Pode ser que ache outra opção até o fim da noite.

O meu querido meio irmão se suspende. Sim, vira aquela linda estátua loura.
- Certo. Onde está a vampira, então?
- No banco traseiro do meu carro. Amarrada com uma corrente de prata. Provavelmente sangrando no meu estofado. – Digo com casualidade.
- Levem-me até ela. Pam, você fica e cuida do bar. Não quero curiosos em volta.
- Tudo bem – Diz Pam com um tom intransigente. Ótimo, acabou com minha diversão. E Lee Ann sorrindo zombeteiramente para mim. Simplesmente ótimo.

Nem preciso dizer que todos nos olham quando saímos do escritório de Eric. Aparentemente minha reputação me precede.
- Ninguém quer ter Lee Ann no seu território. – Diz um vampiro relativamente novo para sua companhia humana.
- Oh, e por que não? – A humana loira pergunta.
- Vampira sanguinária e mercenária. Extremamente territorialista. – a humana me olha. – Não olhe para ela – diz aflito o vampiro.
A humana loira se assusta a desvia o olhar. Oh, eu adoro quando eles fazem isso.
A fama precede o vampiro. Especialmente um vampiro como Lee Ann. É como ser famoso, você tem que se acostumar com isso. Caminho com Lee Ann e Elora até os fundos do Fangtasia. De dentro do carro ouço gemidos ininteligíveis. Lee Ann parou ao lado de Elora, que esfregava o pescoço sem parar.Adiantei-me a elas e olhei dentro do carro pela janela do motorista.
- Eric, esta é Nikkayla. E é tua. – A arranco do meu carro pela janela e a jogo no chão. – Elora, comigo, nós vamos embora.
- Parem. Como assim vão embora? E é Xerife Northman para você.
- Oh, e que tal querido meio irmão. Porque você deve ter se esquecido, mas eu não. Não aja como se o mundo fosse teu. Pelo que sei, você só tem uma telepata e uma vampira, dele. – Dou o meu melhor zombeteiro tom. – Elora, no carro AGORA.
- Não esqueci, não. Lembro-me disso a cada segundo de minha morte. Infelizmente.
– E Elora não vai a lugar nenhum
- Ótimo, Elora, você fica, e eu vou.

Lee Ann também sabia como ser incrivelmente irritante quando queria. Mas eu ainda era mais velho que ela. Pouco tempo, mas idade é idade, não importa se dois dias ou duzentos anos.
- Bom, tchauzinho Elora. Até, bom, se eu tiver sorte, nunca - e desapareci no ar.

Ótimo. Lee Ann desaparece. Ela deve ser meio bruxa, só pode. Agora, tenho mais dois problemas para resolver.
-Certo, Elora. Me conte exatamente o que aconteceu. E tire essa prata toda da pobre criatura – olho para o amontoado de vampira esparramado no chão com certo nojo. Prata me da nojo, não posso evitar.
- Ontem saindo daqui mestre, senti cheiro de sangue. Corri para o local e me deparei com Nikkayla quase drenando um cara. Ela estava desesperada, sem controle, sua maker desapareceu, levei-a comigo pois ela aparentemente não tinha abrigo para o dia. Ah, e o rapaz deixamos ele no hospital e desaparecemos!
- Oh pobre Nikkayla, calma calma, se eu soubesse q Lee Ann faria isso não teria a ajudado. – Pronto Nikkayla está livre.
-Precisamos cuidar dela antes que eu faça algumas perguntas. Vá chamar a Pam, Elora.
- Mestre como disse antes a encontrei em apuros e levei-a comigo para asilo durante o dia. Só.

Eric me dá um olhar brusco e saio em busca de Pam.
Droga. Lá vem Elora novamente. Esse ar de contente dela me irrita.
- Pam nosso mestre exige sua presença já!
- O que foi? Você e Lee Ann não podiam mesmo ficar nisso sozinhas, não é?
-Lee Ann desapareceu, de novo... Eric quer você lá agora! Vamos?
Acompanho Elora até o carro. Eric está abaixado ao lado da baby vamp, tentando fazê-la falar. Lee Ann deu o fora. Típico.
- Mandou me chamar, Eric?
-Sim. Leve ela para o escritório e cuide dela. Elora disse que ela estava caçando, então não vai precisar se alimentar logo. Elora ficará com você por enquanto.
- Eu acho q posso ficar sozinha, Mestre! Não se preocupe comigo! Vou pra casa esperar Lee Ann voltar ok?
- Como se isso fosse possível.
- Não estou preocupado com você, estou preocupado com os outros. – digo, ignorando o comentário ácido de Pam.
- Lee Ann tem sido uma grande mentora minha. Ontem evitei problemas impedindo essa criatura de matar um homem. Acho que já posso cuidar de mim, sim?
- Você está querendo fugir à sua responsabilidade? Porque eu é que não vou cuidar dessa criatura sozinha!

Ah, não, de jeito nenhum. Ela arruma o problema e o despeja na nossa porta? Sessenta anos ao lado da Lee Ann não fizeram muito bem a ela.
- Fugir eu? Nunca! Você sabe que não fiz nada de errado, mestre! Apenas ajudei-a, interferi onde não devia por acaso?

Sim, eu tenho medo do Eric, mas chega de me tratar como baby vamp!
- Ainda vai ter muito tempo para aprender... Ou talvez não. Mas enfim, não se procura por problemas como você fez. Ela não era cria sua, por que não a deixou se virar sozinha?
-Porque sabia que ela poderia trazer problemas a você, mestre matando alguém na sua área!
-Bem, vamos dar crédito a ela, Pam. Vá embora, Elora. Tenho certeza que Lee Ann sente saudades. Mas amanhã à noite você volta. Vou decidir até lá o que fazer com essa pobre criatura... Qual é mesmo o nome dela?
-Nikkayla mestre, por favor escute-a. A maker dela sumiu! Qualquer coisa me ligue.

Reverencio Eric, e dou uma rápido beijo na bochecha de Pam.
Elora ainda tem muito dos costumes humanos. Espero que passe rápido, para o próprio bem dela. Se Eric não estivesse aqui eu a teria drenado agora mesmo. Agora terei que cuidar dessa Nikkalya, Nikkayla, ou seja lá como se chama.

By: Nicole S., Danny, Nanda Northman e Nikkayla



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